QUAIS SÃO OS PAÍSES QUE EXIGEM SEGURO VIAGEM?

Seguro viagem é aquele tipo de coisa que ninguém quer pagar quando está planejando uma viagem, que já tem tantos outros gastos na lista. Sempre falo que sendo exigido ou não pela imigração do país que você está indo, seguro viagem é muito necessário. Claro que seriam alguns dólares ou euroníneos a mais para se divertir no destino, eu sei, mas não ter um seguro viagem pode te dar uma dor de cabeça sem tamanho depois!

Minha dica? SEMPRE SEMPRE SEMPRE CONTRATE SEGURO VIAGEM (sempre!)

Hoje eu vou te contar mais sobre os destinos que exigem o seguro de viagem, independente de você querer pagar por ele, ou não.

 

CUBA

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Foto:  Norwegian Cruise Line

Desde 2010 Cuba passou a exigir um seguro de viagem de visitantes de todas as nacionalidades. Além do visto, que também é obrigatório, você deve ter um seguro que cubra despesas médicas que pode ser feito com antecedência ou até mesmo na chegada no aeroporto, antes da entrada no país.

Com a ASISTUR, empresa estatal responsável pela assistência ao turista, o valor fica entre CUC 2,50 a CUC 3 por dia e oferece uma cobertura de até 10 000.00 CUC.  Uma outra opção é contratar o seguro com uma empresa brasileira da sua escolha, antes do embarque para a ilha. A cobertura mínima deve ser de US 10.800.

Fonte: Site oficial do ASISTUR.cu

VENEZUELA

Turistas com destino à Venezuela devem obrigatoriamente contratar um seguro viagem com cobertura mínima de US$ 40.000 para assistência médica e US$ 1.000 para roubo, furto ou perda de bagagem, conforme resolução do Ministério de Turismo da Venezuela.  No momento político em que se encontra, todos os sites oficiais do país não estão abertos e as informações podem mudar.

 

EQUADOR

Ao chegar no Equador um comprovante ou certificado do seguro viagem pode ser exigido na hora de passar pela imigração. No entanto, não há exigência de um valor mínimo de cobertura, apenas que ele seja válido para todos os dias em que estiver no país.  No caso do Equador, certifique-se também que está com a vacina da febre amarela em dia e com o seu comprovante internacional de vacinas em mãos.

 

EUROPA

A recomendação é que você nunca viaje sem um seguro viagem como uma garantia em caso de imprevisto, mas dentro dos países integrantes do Tratado de Schengen é necessário o seguro em mãos para circular livremente sem precisar de passaporte em fronteiras entre os países membros.

O Tratado de Schengen é um acordo entre países para determinar diretrizes para o turismo. Uma das exigências aos turistas é o seguro de viagem com uma cobertura mínima de € 30.000,  uma vez que a maioria dos hospitais são públicos e gratuitos (ou quase gratuitos) para a população.

Fazem parte do acordo de Schengen:

1-Alemanha
2-Áustria
3-Bélgica
4- Dinamarca
5- Eslováquia
6- Eslovênia
7- Espanha
8- Estônia
9-Finlândia
10-França
11- Grécia
12- Hungria
13- Islândia
14-Itália
15-Letônia
16-Liechtenstein
17-Lituânia
18-Luxemburgo
19-Malta
20-Noruega
21-Países Baixos
22-Polônia
23-Portugal
24-República Checa
25-Suécia
26- Suíça

Fonte: Site oficial do Consulado de Portugal. consuladoportugalsp.org

AUSTRÁLIA

A Austrália é o único páis da Oceania a exigir seguro, porém somente aos estudantes que passarão mais de um mês na terra dos cangurus. Já durante o processo de emissão de visto o Departamento de Imigração e Cidadania exige que todos os estudantes estrangeiros contratem um seguro saúde.

Não há uma exigência mínima de valor, mas é recomendado que a cobertura seja de no mínimo US 50.000, já que as contas médicas costumam ser bem caras. Por cerca de AUD 5 por dia você já encontra seguros com boa cobertura, sem franquia e despesas com repatriação, etc.

Nos demais países não é obrigatório contratar um. Porém, vale sempre ressaltar, que mesmo não sendo obrigatório, fazer um seguro é altamente recomendável.

 

PORQUE EU NÃO GOSTEI DA DISNEYLAND DE PARIS

Antigamente chamada de EuroDisney, a Disneyland Paris completou 25 anos junto comigo, em 2017. Foi justamente na semana seguinte ao meu aniversário que fui à Paris e não poderia deixar de conhecer a Disney europeia.

Antigamente chamada de EuroDisney, a Disneyland Paris completou 25 anos junto comigo, em 2017. Foi justamente na semana seguinte ao meu aniversário que fui à Paris e não poderia deixar de conhecer a Disney europeia.

Pode ser que tenha sido um dia de azar, mas não me senti na magia Disney. Trabalhei na Disney de Orlando e já visitei diversas vezes, também estive uma vez na de Los Angeles, e tenho que dizer que a de Paris decepcionou, ainda que tenha sido muito bom. É linda e o castelo é lindo e o dia na Disney foi muito bom e divertido, talvez se eu nunca tivesse ido e/ou trabalhado em Orlando minha percepção seria diferente, mas deixou a desejar.

Existem seis “Disneys” pelo mundo: Los Angeles, Orlando, Tokyo, Paris, Hong Kong e Shanghai – essa é a ordem de que foram abertas. A primeria inaugurou em 1955 pelo próprio Walt Disney. Passados 20 anos a maior Disney foi aberta em Orlando, não por menos chamada de Disney World. Em 1983 surgiu a primeira Disney fora dos Estados Unidos, em Tokyo. E em 1992 foi a vez da Europa ter uma Disney para chamar de sua, a EuroDisney.

f7708-815540_70a1d59d5e534fb999b8062a4caae285mv2Fizemos os dois parques em único dia em uma segunda-feira, já que o ingresso de dia de semana era bem mais barato que aos fins de semana. Também pegamos o parque bem vazio, mas muitos brinquedos estavam fechados ou paravam o funcionamento e depois voltavam – isso aconteceu várias vezes durante o dia. Sobrou tempo e faltou muita coisa por fazer. Para piorar o tempo virou e ficou frio e choveu diversas vezes durante o dia.

Os funcionários e o clima também não são os mesmos, não há tanta preocupação com a cortesia e o show, como no de Orlando, em que tudo parece acontecer como por mágica – precisava desse trocadilho, perdão.

Ainda assim eu teria ido de qualquer forma e se você tem vontade de conhecer a Disney não desencorajo mas trago alguns fatos RÁPIDOS a se pensar, de prós e contras.

eaa81-815540_1317049981aa4a299e511255998fe8e2mv2DISNEYLAND PARIS X DISNEYWORLD ORLANDO

Tamanho

  • Paris: O complexo de Paris é pequeno, são apenas dois parques que eståo literalmente um em frente ao outro. Se deslocar entre eles mais de uma vez no dia é bem tranquilo e também são poucas atrações e brinquedos. Começamos em um porque abria mais cedo, fomos ao outro, começou a chover , voltamos pro primeiro… enfim, não se anda tanto quanto na Flórida.
  • Orlando: São 4 parques temáticos, 2 aquáticos, 23 resorts e o Disney Springs, que têm diversas lojas e restaurantes. Conhecer tudo em apenas uma viagem é impossível! Ao fim de cada dia parece que caminhamos uns 20km – e na maioria das vezes é isso mesmo!

Investimento

  • Paris: Existe um tipo de ingresso chamado de Mini, válido apenas para dias selecionados de seguna a sexta. O Mini de 1 dia/1 parque tem um valor de 53 euros, equanto o Mini de 1 dia/2 parques (que te permite ir de um a outro quantas vezes quiser em um dia) tem valor de 73 euros, aproximadamente 63 e 86 dólares respectivamente. Por ser pequeno você pode tranquilamente fazer os dois parques em um único dia e economizar ou escolher apenas um.
  • Orlando: Como são vários parques e eles são bem maiores, é comum passar mais tempo nos parques e mais dias. Os valores começam em 92,50 euros/ dia na compra de 2 dias e podem chegar à 39 euros/dia na compra de dez dias.

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A cidade

  • Paris: Perfeita para uma viagem de adultos e é uma cidade que tem muito a oferecer nos outros dias da viagem, sem contar a proximidade de Londres, Amsterdam e Bruxelas para se conhecer numa mesma viagem. Sem mais, Paris é Paris!
  • Orlando: Uma cidade voltada ao divertimento em família, muitas coisas para crianças especialmente. Muitos shows, parques, restaurantes, sempre voltado ao kid friendly. Há também a possibilidade de ir aos parques da Universal, dedicado à personagens como Minions, Simpsons e Harry Potter.

Custos da viagem

  • Paris: O euro é mais valorizado que o dólar e tudo tende a ser um pouco mais caro que nos Estados Unidos. Ainda assim Paris tem muito a oferecer de graça, basta passear pela cidade e se encantar. Fora isso não necessariamente é uma viagem voltada a compras e a não ser que você tenha esse desejo por comprar algo de uma marca francesa, não compensa. Se estiver com crianças o apelo às compras é nitidamente menor e pode-se investir em outras coisas, como jantares melhores ou um passeio de barco pelo rio Sena.
  • Orlando: Ao contrário de Paris a cidade não tem graça nenhuma, muito pelo contrário, é relamente uma cidade feita para turistar. Todos os lugares de Orlando são pagos e apelo consumista é forte, principalemnte com crianças, já que em todos os lugares há dezenas de lojas com tudo que se possa imaginar do personagem preferido do momento. Também muito voltada à compras em outlets e preços bem competitivos de roupas, brinquedos, eletrônicos, cosméticos (tudo) em relação ao Brasil. Vá a Orlando com o orçamento bem feito de quanto pode gastar porque é comum se perder!

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Modernidade

  • Paris: Parece que a DisneyParis ficou um pouco parada no tempo, talvez até pelo foco na expansão de outras Disneys pelo mundo e a abertura de Hong Kong em 2005 e Shanghai em 2016. Aqui não há wifi e o sinal é bem fraco de 3G, não tem aplicativo móvel indicando as filas e o mapa e nem fastpasses eletrônicos. Desde 2013 a Disney não usa mais fastpass de papel, mas até então a pessoa tinha que ir até o brinquedo e apertar uma máquina para que saísse um ticket impresso com o horário que deveria retornar para não pegar fila no brinquedo. A Disney Paris ainda é assim!
  • Orlando: Em todo o complexo existe uma conexão wifi muito boa a todos os usuários para que possam utilizar o aplicativo MyDisney em seus smartphones. Pelo aplicativo você pode ver o tempo de fila em tempo real em cada brinquedo ou atração e até fazer pedido de comida nos restaurantes e só ir buscar no horário escolhido. E o fastpass também é feito de modo online pelo app: 30 dias antes da sua vivita você já pode escolher 3 atrações do parque para não pegar fila e esolher o horário em que quer ir nelas.

Língua

  • Paris: A Disney Paris é acima de tudo a Euro Disney, feita para receber europeus. Sendo assim os brinquedos tem fones de ouvido em que é possível selecionar uma língua para escutar o simulador ou contexto do brinquedo. Ia do sueco, alemão, holandês e espanhol, mas não, nem assim tinha o português disponível. Quanto aos funcionários todos pareciam possuir um nível bem básico porém suficiente de inglês.
  • Orlando: Em Orlando os funcionários normalmente são lbilingues e não é incomum que sejam de origem brasileira, canadense, peruana e por aí vai. A própria Disney tem u programa de intercâmbio cultural e contrata todos os anos jovens universitários de diversos países do mundo. (Eu, por exemplo! 🙂 Sendo assim será fácil encontrar alguém que fale português ou pelo menos espanhol caso não fale bem o inglês. Agora, nos brinquedos e shows normamelte tudo será inglês.

Filas

  • Paris: Por não ter controle dos minutos de fila pelo aplicativo e nem do fastpass não é tão simples otimizar seu tempo e aproveitar. Ainda assim as filas tendem a ser bem curtas e você pode ir mais de uma vez em um mesmo brinquedo, ainda mais se for durante a semana.
  • Orlando: Orlando é bem maior e tem muito mais gente sempre, durante a alta temporada de julho e altíssima temporada do final de ano (Thanksgiving, Natal e Ano Novo) fica ainda mais cheio. Com o aplicativo e o fastpass é possível aproveitar mesmo assim, basta planejar antes de chegar ao parque. Mas sim, as filas podem chegar a três horas facilmente!

Deslocamento

  • Paris: Disneyland Paris, mas na verdade fica na cidade de Marne-la-Valée, cerca de 30 km de Paris. O deslocamento aos parques é feito por trem e leva cerca de 45 minutos a uma hora, por um valor 7,80 euros por pessoa. O trem é confortável e é bem simples, não tem como se perder. Ao sair da estação de trem você já estará na entrada dos parques.
  • Orlando: Como tudo nos EUA é longe e praticamente inacessível sem alugar um carro, a não ser que você esteja hospedado em um hotel da Disney. Nesse caso existem ônibus entre todos os parques e resorts e o Disney Springs. Do estacionamento pode haver a necessidade de um trezinho até a entrada do parque ou até mesmo o monotrilho (caso do Magic Kingdom), que são de graça e funcionam ininterruptamente o dia todo desde antes de abrir até o fim do dia. O estacionamento é pago e varia entre preferencial (preferred) e comum (standard), sendo 22 dolares e 45 dolares por carro por dia respectivamente.

Magia

  • Paris: Como já disse um pouco ali em cima, a Disneyland Paris deixou muito a desejar num aspecto que não dá muito para explicar e mensurar, que é a magia Disney – quem já foi, comenta um pouco do que achou para gente ter mais opiniões!
  • Orlando: Em Orlando tudo é milimetricamente pensado e executado, os cheiros de pipoca e de doce, a neve de mentira que cai durante a noite perto do Natal, a animação e sorriso presente no rosto de cada pessoa que trabalha ali o tempo todo. Lá eu me sinto criança de novo e tenho sempre a vontade de voltar um dia.

Resumindo, conhecer a Disney de Paris valeu a pena para mim. Havia uma curiosidade de conhecer e foi um dia divertido apesar da chuva que pegamos! Ainda assim fomos embora felizes de ter conhecido mas sem vontade de voltar, algo que em Orlando é impossível!

E você? Conhece alguma das duas? Ou as outras Disney pelo mundo? Deixe sua experiência aqui nos comentários para eu saber se fui só eu que tive essa impressão?

UM DIA EM BRUGES

A Bélgica é um país comumente colocado nas viagens e mochilão por seu ponto estratégico entre Amsterdam e Paris. Muitos só colocam no roteiro a capital Bruxelas, mas isso seria um erro terrível. Isso porquê Bruges e Gent são duas das cidades mais interessantes para se passar um dia na Europa.

Bruges é pequena, tem cerca de 120 mil habitantes e seu centro histórico, a antiga cidade amuralhada, é Patrimônio Cultural da UNESCO desde de 2000. Não é para menos: uma cidade que respira cultura e história, que parece saída de um conto de fadas com seus canais e os moinhos. Acrescente à tudo isso as batatas fritas belgas, o chocolate tradicional e as muitas cervejas artesanais e tem-se Bruges, a “Veneza do Norte”.

A Igreja do Santo Sangue

Em Bruges, um ponto turístico muito conhecido é Basílica do Santo Sangue ou Heilig-Bloedbasiliek (Holly Blood Basilica) . Diz a lenda que sangue sagrado de Cristo está nessa basílica construída entre os anos 1134 e 1157 pelo Conde de Flanders, que trouxe a relíquia da Terra Santa durante as Cruzadas.

A visita da Basílica vale a pena, é uma igreja muito bonita, toda em madeira decorada, diferente do mármore que sempre vemos. Para os devotos que quiserem ver o sangue é preciso pagar uma quantia de 2,50 euros na entrada da igreja. No guichê você paga a quantia e recebe um ticket, que deve ser entregue no altar a um padre que fica ali guardando a relíquia. Dentro da igreja deve subir em fila e entregar a ficha, mas caso não queira pagar para ver o relicário o restante da igreja é de visita gratuita.

Centro Histórico Medieval e Patrimônio Cultural da UNESCO

O centro histórico é todo de pedra e tijolinho à vista, as ruas de paralelepípedo. Casinhas com o telhado bem pontiagudo para a caída da neve, ruas estreitas e inúmeras praças. Parece de mentira, que é cenográfico ou que se assoprar e bufar a casa cai. Direto de contos de fadas. Sem falar dos canais!

O nome Brugges vem das pontes sobre os inúmeros canais, no holandês antigo Brugga significa ponte (em inglês, bridge). Por isso Brugges passou a ser chamada de Veneza do Norte. Um passeio tradicional para se fazer na cidade em dias ensolarados é andar de barco pelos canais.

Como chegar à Brugges

De Bruxelas é muito fácil tomar um trem para Brugges, que está a 90km de distância da capital belga. Na estação de trem, tanto no balcão de informações gerais, como nos balcões de compra de bilhetes, todos foram super simpáticos, gentis e sorridentes, além de falarem vários idiomas e, inclusive, um inglês perfeito.

Caso não se sinta confortável com o inglês também pode comprar com cartão de crédito internacional em máquinas na estação. Também é possível comprar as passagens online e levar o ticket impresso já do Brasil- mais fácil se você não quer perder tempo ou não tem familiaridade com o inglês ou o francês.

Para quem tem menos de 26 ou acima de 65 anos, e sabe se comunicar em inglês ou francês, é melhor deixar para comprar no balcão e informar a idade e eles informarão qual o desconto sobre o valor da passagem, que normalmente está em torno de 15 euros por pessoa.

O que ver em Brugges

Fomos à Bruges na primeira semana da primavera, por isso pegamos dias ensolarados e lindos mas com um pouco de frio. No fim da tarde choveu um pouquinho. Ou seja, bem aquela transição do inverno rigoroso para a primavera de temperaturas mais amenas.

A praça principal da cidade, o Grote Markt, é o centro político e cultural da cidade há séculos. Ali, no coração da cidade fica o Campanário de Brugges, o Palácio Provincial e a Prefeitura. A arquitetura dos prédios é linda de se admirar e muito bem conservada, é um bom lugar para começar seu passeio.

Como se locomover por Brugges

A cidade é bem pequena e é possível fazer tudo a pé, já que as ruazinhas são bem estreitas e antigas. É também a melhor forma de não perder nada, já que cada esquina dessa cidade merece uma foto.

Ainda assim preferimos pegar o ticket de um dia do transporte público, valia a pena para ir da estação de trem até o hostel com as malas e depois para voltar. O bilhete unitário custa 3 euros e é válido por uma hora, enquanto o Daagpass (day pass) custa 6 euros e é de uso ilimitado em ônibus e trams do transporte público da cidade pelo período de 24 horas.

Outro passeio muito conhecido em Brugges é o de barco pelos canais. O passeio custa 7 euros por pessoa e tem duração de 30 minutos.

Onde ficar em Bruges

Ficamos mais uma vez na rede St. Christopher’s – já podemos pedir música no Fantástico?

Em Londres passamos uma semana no St. Christopher’s Hammersmith e uma semana em Paris no St. Christopher’s Canal. Sabendo que é uma das redes de hostel mais conhecidas da Europa como tivemos ótimas experiências em Paris e Londres, resolvemos ficar no Bauhaus – o St. Christopher’s de Bruges.

O bom desse hostel é a localização, realmente no centro histórico – no quarteirão de trás ficam os moinhos à beira do rio e a entrada da cidade amuralhada. O bairro em si ainda não é super turístico, o que é maravilhoso, e é antigo e residencial. Caminhar por ali até a Grote Markt, por exemplo, é se apaixonar a cada esquina (desculpa a empolgação, eu realmente amei Bruges! )

A segunda coisa é que o café da manhã é bem gostoso também e a experiência é uma delícia. Nós ficamos em um quarto com uma canadense e um mexicano e passamos algumas horas conversando – saí de lá com muita vontade de conhecer o México!

O ponto negativo, talvez, seja o tamanho dos banheiros, que são bem apertados. Só para não falar só elogios, né? Mas, resumindo, valeu a pena ficarmos hospedados ali no Bauhaus, está entre os mais baratos da cidade e é muito bom, indico!

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