A EXPERIÊNCIA INESQUECÍVEL DE SANTORINI

 

 

Na agenda – e no coração – de todo viajante há uma lista de lugares dos sonhos e Grécia quase sempre está na lista de todos eles. Na nossa estava no topo há bastante tempo e agora que voltamos sei que Santorini sempre vai fazer parte de uma outra lista: a de lugares que quero voltar.

 

A Grécia tem mais de seis mil ilhas no mar Egeu

 

 

PORQUE EU NÃO GOSTEI DA DISNEYLAND DE PARIS

Antigamente chamada de EuroDisney, a Disneyland Paris completou 25 anos junto comigo, em 2017. Foi justamente na semana seguinte ao meu aniversário que fui à Paris e não poderia deixar de conhecer a Disney europeia.

Antigamente chamada de EuroDisney, a Disneyland Paris completou 25 anos junto comigo, em 2017. Foi justamente na semana seguinte ao meu aniversário que fui à Paris e não poderia deixar de conhecer a Disney europeia.

Pode ser que tenha sido um dia de azar, mas não me senti na magia Disney. Trabalhei na Disney de Orlando e já visitei diversas vezes, também estive uma vez na de Los Angeles, e tenho que dizer que a de Paris decepcionou, ainda que tenha sido muito bom. É linda e o castelo é lindo e o dia na Disney foi muito bom e divertido, talvez se eu nunca tivesse ido e/ou trabalhado em Orlando minha percepção seria diferente, mas deixou a desejar.

Existem seis “Disneys” pelo mundo: Los Angeles, Orlando, Tokyo, Paris, Hong Kong e Shanghai – essa é a ordem de que foram abertas. A primeria inaugurou em 1955 pelo próprio Walt Disney. Passados 20 anos a maior Disney foi aberta em Orlando, não por menos chamada de Disney World. Em 1983 surgiu a primeira Disney fora dos Estados Unidos, em Tokyo. E em 1992 foi a vez da Europa ter uma Disney para chamar de sua, a EuroDisney.

f7708-815540_70a1d59d5e534fb999b8062a4caae285mv2Fizemos os dois parques em único dia em uma segunda-feira, já que o ingresso de dia de semana era bem mais barato que aos fins de semana. Também pegamos o parque bem vazio, mas muitos brinquedos estavam fechados ou paravam o funcionamento e depois voltavam – isso aconteceu várias vezes durante o dia. Sobrou tempo e faltou muita coisa por fazer. Para piorar o tempo virou e ficou frio e choveu diversas vezes durante o dia.

Os funcionários e o clima também não são os mesmos, não há tanta preocupação com a cortesia e o show, como no de Orlando, em que tudo parece acontecer como por mágica – precisava desse trocadilho, perdão.

Ainda assim eu teria ido de qualquer forma e se você tem vontade de conhecer a Disney não desencorajo mas trago alguns fatos RÁPIDOS a se pensar, de prós e contras.

eaa81-815540_1317049981aa4a299e511255998fe8e2mv2DISNEYLAND PARIS X DISNEYWORLD ORLANDO

Tamanho

  • Paris: O complexo de Paris é pequeno, são apenas dois parques que eståo literalmente um em frente ao outro. Se deslocar entre eles mais de uma vez no dia é bem tranquilo e também são poucas atrações e brinquedos. Começamos em um porque abria mais cedo, fomos ao outro, começou a chover , voltamos pro primeiro… enfim, não se anda tanto quanto na Flórida.
  • Orlando: São 4 parques temáticos, 2 aquáticos, 23 resorts e o Disney Springs, que têm diversas lojas e restaurantes. Conhecer tudo em apenas uma viagem é impossível! Ao fim de cada dia parece que caminhamos uns 20km – e na maioria das vezes é isso mesmo!

Investimento

  • Paris: Existe um tipo de ingresso chamado de Mini, válido apenas para dias selecionados de seguna a sexta. O Mini de 1 dia/1 parque tem um valor de 53 euros, equanto o Mini de 1 dia/2 parques (que te permite ir de um a outro quantas vezes quiser em um dia) tem valor de 73 euros, aproximadamente 63 e 86 dólares respectivamente. Por ser pequeno você pode tranquilamente fazer os dois parques em um único dia e economizar ou escolher apenas um.
  • Orlando: Como são vários parques e eles são bem maiores, é comum passar mais tempo nos parques e mais dias. Os valores começam em 92,50 euros/ dia na compra de 2 dias e podem chegar à 39 euros/dia na compra de dez dias.

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A cidade

  • Paris: Perfeita para uma viagem de adultos e é uma cidade que tem muito a oferecer nos outros dias da viagem, sem contar a proximidade de Londres, Amsterdam e Bruxelas para se conhecer numa mesma viagem. Sem mais, Paris é Paris!
  • Orlando: Uma cidade voltada ao divertimento em família, muitas coisas para crianças especialmente. Muitos shows, parques, restaurantes, sempre voltado ao kid friendly. Há também a possibilidade de ir aos parques da Universal, dedicado à personagens como Minions, Simpsons e Harry Potter.

Custos da viagem

  • Paris: O euro é mais valorizado que o dólar e tudo tende a ser um pouco mais caro que nos Estados Unidos. Ainda assim Paris tem muito a oferecer de graça, basta passear pela cidade e se encantar. Fora isso não necessariamente é uma viagem voltada a compras e a não ser que você tenha esse desejo por comprar algo de uma marca francesa, não compensa. Se estiver com crianças o apelo às compras é nitidamente menor e pode-se investir em outras coisas, como jantares melhores ou um passeio de barco pelo rio Sena.
  • Orlando: Ao contrário de Paris a cidade não tem graça nenhuma, muito pelo contrário, é relamente uma cidade feita para turistar. Todos os lugares de Orlando são pagos e apelo consumista é forte, principalemnte com crianças, já que em todos os lugares há dezenas de lojas com tudo que se possa imaginar do personagem preferido do momento. Também muito voltada à compras em outlets e preços bem competitivos de roupas, brinquedos, eletrônicos, cosméticos (tudo) em relação ao Brasil. Vá a Orlando com o orçamento bem feito de quanto pode gastar porque é comum se perder!

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Modernidade

  • Paris: Parece que a DisneyParis ficou um pouco parada no tempo, talvez até pelo foco na expansão de outras Disneys pelo mundo e a abertura de Hong Kong em 2005 e Shanghai em 2016. Aqui não há wifi e o sinal é bem fraco de 3G, não tem aplicativo móvel indicando as filas e o mapa e nem fastpasses eletrônicos. Desde 2013 a Disney não usa mais fastpass de papel, mas até então a pessoa tinha que ir até o brinquedo e apertar uma máquina para que saísse um ticket impresso com o horário que deveria retornar para não pegar fila no brinquedo. A Disney Paris ainda é assim!
  • Orlando: Em todo o complexo existe uma conexão wifi muito boa a todos os usuários para que possam utilizar o aplicativo MyDisney em seus smartphones. Pelo aplicativo você pode ver o tempo de fila em tempo real em cada brinquedo ou atração e até fazer pedido de comida nos restaurantes e só ir buscar no horário escolhido. E o fastpass também é feito de modo online pelo app: 30 dias antes da sua vivita você já pode escolher 3 atrações do parque para não pegar fila e esolher o horário em que quer ir nelas.

Língua

  • Paris: A Disney Paris é acima de tudo a Euro Disney, feita para receber europeus. Sendo assim os brinquedos tem fones de ouvido em que é possível selecionar uma língua para escutar o simulador ou contexto do brinquedo. Ia do sueco, alemão, holandês e espanhol, mas não, nem assim tinha o português disponível. Quanto aos funcionários todos pareciam possuir um nível bem básico porém suficiente de inglês.
  • Orlando: Em Orlando os funcionários normalmente são lbilingues e não é incomum que sejam de origem brasileira, canadense, peruana e por aí vai. A própria Disney tem u programa de intercâmbio cultural e contrata todos os anos jovens universitários de diversos países do mundo. (Eu, por exemplo! 🙂 Sendo assim será fácil encontrar alguém que fale português ou pelo menos espanhol caso não fale bem o inglês. Agora, nos brinquedos e shows normamelte tudo será inglês.

Filas

  • Paris: Por não ter controle dos minutos de fila pelo aplicativo e nem do fastpass não é tão simples otimizar seu tempo e aproveitar. Ainda assim as filas tendem a ser bem curtas e você pode ir mais de uma vez em um mesmo brinquedo, ainda mais se for durante a semana.
  • Orlando: Orlando é bem maior e tem muito mais gente sempre, durante a alta temporada de julho e altíssima temporada do final de ano (Thanksgiving, Natal e Ano Novo) fica ainda mais cheio. Com o aplicativo e o fastpass é possível aproveitar mesmo assim, basta planejar antes de chegar ao parque. Mas sim, as filas podem chegar a três horas facilmente!

Deslocamento

  • Paris: Disneyland Paris, mas na verdade fica na cidade de Marne-la-Valée, cerca de 30 km de Paris. O deslocamento aos parques é feito por trem e leva cerca de 45 minutos a uma hora, por um valor 7,80 euros por pessoa. O trem é confortável e é bem simples, não tem como se perder. Ao sair da estação de trem você já estará na entrada dos parques.
  • Orlando: Como tudo nos EUA é longe e praticamente inacessível sem alugar um carro, a não ser que você esteja hospedado em um hotel da Disney. Nesse caso existem ônibus entre todos os parques e resorts e o Disney Springs. Do estacionamento pode haver a necessidade de um trezinho até a entrada do parque ou até mesmo o monotrilho (caso do Magic Kingdom), que são de graça e funcionam ininterruptamente o dia todo desde antes de abrir até o fim do dia. O estacionamento é pago e varia entre preferencial (preferred) e comum (standard), sendo 22 dolares e 45 dolares por carro por dia respectivamente.

Magia

  • Paris: Como já disse um pouco ali em cima, a Disneyland Paris deixou muito a desejar num aspecto que não dá muito para explicar e mensurar, que é a magia Disney – quem já foi, comenta um pouco do que achou para gente ter mais opiniões!
  • Orlando: Em Orlando tudo é milimetricamente pensado e executado, os cheiros de pipoca e de doce, a neve de mentira que cai durante a noite perto do Natal, a animação e sorriso presente no rosto de cada pessoa que trabalha ali o tempo todo. Lá eu me sinto criança de novo e tenho sempre a vontade de voltar um dia.

Resumindo, conhecer a Disney de Paris valeu a pena para mim. Havia uma curiosidade de conhecer e foi um dia divertido apesar da chuva que pegamos! Ainda assim fomos embora felizes de ter conhecido mas sem vontade de voltar, algo que em Orlando é impossível!

E você? Conhece alguma das duas? Ou as outras Disney pelo mundo? Deixe sua experiência aqui nos comentários para eu saber se fui só eu que tive essa impressão?

O QUE DEU ERRADO NO NOSSO MOCHILÃO

Entre o Natal e Ano Novo (e um pouquinho mais) tivemos umas férias e aproveitamos tudo para ir para o Leste Europeu. Foram 21 dias de viagem e começamos olhando passagens de avião de ida e volta, e literalmente escolhemos os lugares mais baratos que pudessem estar nas datas (inclusive ficamos uns dias a mais porque a diferença na volta era grande e valia a pena ficar mais – ninguém reclama). Pegamos a ida por Berlim e a volta de Budapeste, de Ryanair (saindo de Barcelona, onde moramos hoje).

Definimos que o começo seria Berlim, o fim seria Budapeste. O meio começou a ganhar forma olhando o mapa que fica no nosso quarto e decidindo as cidades que poderíamos fazer nesse tempo até chegar em Budapeste.

Como já conhecíamos Berlim, ficamos apenas um dia e meio na cidade. Fizemos algumas coisas que não tinha dado tempo antes e outras que queríamos repetir, como o Reichstag e o Parlamento Alemão, o Muro de Berlim e a Ilha dos Museus.

De lá pegamos um ônibus para Varsóvia, capital da Polônia, que durou uma noite inteira e nos poupou uma noite de hostel. Passamos três dias em Varósvóia e pegamos mais um ônibus para Praga, onde queríamos passar o Natal.

De Praga pegamos mais um ônibus para Viena, na Áustria, onde planejávamos passar o Ano Novo. Planejávamos porque foi quando algumas coisas deram errado e os planos mudaram – já explico.

Depois de dois dias em Viena fomos à Bratislava, capital da Eslováquia, onde passamos o Ano Novo no centro da cidade e nos surpreendeu como foi animado. Fizemos um bate e volta muito rápido até Devin, onde tem o castelo de Devin Hrad e a fronteira com a Áustria.

Por último chegamos em Budapeste. Porém nosso vôo de volta à Barcelona, onde moramos, já estava comprado e estava sobrando dias aí, teríamos 8 dias só em Budapeste e parecia muito. Resolvemos conhecer um novo país e escolhemos a Romênia. Já que a capital Bucareste seria uma viagem de dois dias, trocando muitas vezes de ônibus no caminho, optamos por Oradea, praticamente na fronteira.

QUANTOS DIAS PASSAR EM CADA UMA DESSAS CIDADES?

Senta que lá vem a história!

Já vou começar sendo bem sincera: Fizemos o nosso planejamento errado, por isso espero que esse post te ajude a se planejar melhor.

Acredito que acabamos deixando muitos dias em cada lugar e pulamos a Cracóvia, na Polônia, porque era Natal e queríamos ir para Praga. Ainda passaria o Natal em Praga e não na Cracóvia, mas tê-la deixado de fora do roteiro me deixou triste. Escolhas, né? Porém, fosse qualquer outro dia do ano não teria deixado a Cracóvia de fora. De lá você pode ir visitar as minas de sal Wieliczka e o campo de concentração de Auschwitz.

Outra coisa que deu errado – e acabou transformando a viagem – foi que quando chegamos em Viena, na manhã do dia 29 de dezembro, andamos um pouco até o horário do check in no nosso apartamento. Por volta de 11h da manhã enviamos uma mensagem para o hotel e tivemos uma resposta bem seca: sua reserva é para dia 29 de janeiro, estamos lotados. Entramos no nosso email e no boooking e realmente: colocamos a data errada na hora da reserva! Pior, já tínhamos pago tudo com antecedência e a mulher não quis fazer o cancelamento. Cancelamos pelo booking e alguns meses depois tivemos uma parte do dinheiro de volta, mas sim, perdemos um bocado de dinheiro nesse erro.

E aí estávamos em Viena, dia 29 de dezembro, tudo lotado, preços absurdos, tudo longe. Encontramos dois lugares diferentes com quartos privativos, um para dia 29 e outro para o dia 30. Teríamos que trocar porque nenhum deles tinham os dois dias disponíveis. Nosso plano era ficar mais em Viena, mas tivemos que decidir rápido com o que tínhamos disponível. Decidimos comprar novas passagens de ônibus e seguir viagem.

No fim, 2 dias em Viena foram bons para gente, não faltou nada que queríamos ter visto. Visitamos o Schloss Schönnbrunn em um dia e o Belvedere em outro e intercalamos no restante do tempo o centro da cidade e a feira de Natal no Rathaus, que estava linda. Caso queira ir à um espetáculo de orquestra, muito comuns na cidade, talvez seja bom mais um dia. Porém para gente e nosso estilo de viagem foi ótimo, teria sido demais 4 dias em Viena. Sem contar que Viena é muito caaaara!

Ficar menos em Viena fez com que a viagem andasse mais rápido e “sobrasse tempo” depois. De Viena à Bratislava têm muitos ônibus e o trajeto é menos de uma hora. E o melhor é preço! Pagamos 1,43 euro por pessoa na passagem!

Fomos para Bratislava passar o Ano Novo e a cidade estava muito animada, não estávamos esperando tanta coisa nas ruas. Tinham djs e palcos nas praças e tudo de graça, só precisava passar por uma revista e detector de metais. Foi bem melhor do que a gente imaginou! Depois do estresse, a gente ainda tava se divertindo muito – rir de nós é a melhor solução nessas horas, né?

Passamos dia 31 de dezembro e 1 de janeiro em Bratislava e na minha opinião dois dias foi tempo perfeito para se conhecer a cidade. Não ficaria nem mais e nem menos! Lugar fofo, bem histórico, preços mais em conta, bons lugares para comer.

Chegamos em Budapeste no dia 2 de janeiro e nosso vôo de volta à Barcelona era só dia 10 de janeiro! Era muito tempo para ficar em Budapeste. Tínhamos um contato de uma amiga nos esperando em Budapeste no dia 5, mas como chegamos uns dias antes ela não podia nos receber. Decidimos olhar se tinha como voltar mais cedo à Barcelona, mas as passagens estavam 8 vezes o valor que pagamos. Olhando o mapa e testando rotas, vendo o tempo de locomoção x preço da passagem, decidimos ir à Oradea, na Romênia. Conclusão: mais um país na nossa lista!

Budapeste é realmente linda, mas 4 dias que passamos na cidade eu diria que foi muito ainda assim. Dois a três dias estão de bom tamanho para conhecer tudo, mesmo para quem como nós gosta de viajar sem pressa!

Foi uma ótima decisão! No fim, um monte de erros e perrengues nos deu a oportunidade de ir à Romênia, um lugar que nunca imaginei conhecer na vida.

Fomos à Transilvânia, terra do Drácula, Oradea na Romênia. Com o frio do inverno acabamos não saindo da cidade. Mas só a comida, o apartamento gostoso (Romênia é bem mais barato que as outras cidades, compensou muito!) e os lugares tão diferentes já foi super legal.

Pegamos comemoração de Santo Reis, que eu nem imaginava ver no leste europeu. E Oradea parece uma cidade de brinquedo, toda bonitinha e colorida. Dá para ver que está sendo revitalizada nos últimos anos e algumas coisas estão em reforma. Foi muito legal conhecer esse pedacinho de mundo que tem uma língua tão estranhamente parecida com o nosso português.

Amei Oradea e fiquei com muita vontade de um dia voltar e conhecer a capital Bucareste. Há males que vem para bem, né?

10 COISAS PARA SE FAZER DE GRAÇA EM LONDRES

Londres é conhecida como uma cidade cara para se visitar, porém não é necessariamente verdade. Isso vai depender do seu estilo de viagem e de saber aproveitar as inúmeras atrações gratuitas que a cidade tem a oferecer.

1- Conhecer os parques mais famosos da cidade

Londres é uma cidade plana e passear a pé por ela pode ser uma ótima maneira de se conhecer a cidade. Sempre haverá um parque nas redondezas que vale a pena entrar, ver seus memoriais, caminhar sem pressa. O Green Park, por exemplo, fica justo ao lado do Palácio de Buckingham e é um dos parques mais conhecidos da cidade

Junto ao Green Park estão o Hyde Park e o St. James’s Park, formando uma área quase ininterrupta de parques que vai de Whitehall e Victoria até Kensington e Notting Hill. Aliás, para chegar até eles (ou ao Palácio de Buckingham) pegue o metrô até a estação Victoria.

2- Museus que estão entre os mais importantes do mundo

Muitos museus em Londres são de entrada gratuita e pedem somente que você deixe uma contribuição de qualquer valor na entrada, totalmente opcional. Muitos vão à Londres com poucos dias, mas caso tenha algum tempo livre, ou esteja chovendo, esses museus são incríveis.

O British Museum foi o museu que eu mais gostei em Londres e para mim passeio imperdível para qualquer um, de criança à idoso. O acervo é fantástico, contando a história de mais de dois milhões de anos até os dias de hoje. São quase 8 milhões de peças, com muita coisa do Egito Antigo e a famosa Pedra de Rosetta. Além do acervo, só o próprio museu por dentro já é lindo e vale a visita. De acordo com o VisitLondon – guia oficial da cidade de Londres – é a atração número um da cidade. Não deixe de ir! Para chegar no British Museum o meio mais fácil é de metrô (tube), mas você pode ir de ônibus ou de táxi. De táxi tenha em mente que terá uma taxa extra por circular dentro do perímetro pedageado (Congestion Charge zone).

British Museum

Como chegar:

Linhas de ônibus que param perto do Museu:

– 1, 8, 19, 25, 38, 55, 98, 242: Pare na New Oxford Street

– 10, 14, 24, 29, 73, 134, 390: Pare sentido norte (northbound) naTottenham Court Road,
e sentido sul (southbound) na Gower Street

– 59, 68, X68, 91, 168, 188: Pare na Southampton Row

De Tube (metrô)

– Tottenham Court Road (500m)

– Holborn (500m)

– Russell Square (800m)

– Goodge Street (800m)

Horário: aberto todos os dias de 10h às 18h (última entrada às 17h30); às sexta-feiras o museu fecha às 20h30;

O museu não abre nos dias 24, 25 e 26 de dezembro e 1 de janeiro.

Entrada gratuita

O Royal Air Force Museum fica um pouco afastado do centro mas é interessante para quem gosta de aviões, lá tem mais de 100 aeronaves reais em exposição e pode -se ver muito sobre a história da aviação e das participações da Real Força Aérea nas guerras do século XX.

O Natural History Museum é especialmente interessante para quem está viajando com crianças porque é muito completo. Nele há réplicas e explicações da história das invenções e demonstrações dos fenômenos naturais – como uma sala que simula um terremoto no Japão.

3- Ir aos mercados de rua mais famosos

Notting Hill é um bairro de Londres que ficou muito famoso com o filme Um Lugar Chamado Notting Hill, com Julia Roberts no papel principal. No filme ela se apaixona por um dono de uma livraria de Notting Hill, vivido por Hugh Grant. A porta 280 da rua hahahahah até hoje recebe turistas para fazer uma foto – como eu, confesso.

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O bairro é muito mais que isso, claro. É um lugar de Londres mais descolado e de uma vida mais simples, mesmo dentro de uma cidade tão grande e globalizada como Londres. É bem fofinho como as casinhas do bairro parecem idênticas, mas cada uma de uma cor diferente.

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O Portobello Market é um mercado de rua na Portobello Road que tem de tudo, de discos de vinil à feira livre de verduras. É uma loucura e vale a pena ir para ver de perto tudo isso e aproveitar para comer alguma coisa na feira.

Para chegar até lá pegue o metrô

4- Ver a tradicional Troca da Guarda no Palácio de Buckhingham

Na alta temporada, de abril à julho, a Troca da Guarda acontece todos os dias às 11h da manhã em frente ao palácio. Nos demais meses do ano ela se alterna, dia sim, dia não

e Portobello Market

2- Piccadily Circus

3- British Museum

4- National Gallery

5- Science Museum

6- Harrods, Lego, M&M’s World

7- Camden Town

8- Notting Hill e Portobello Market

9- Troca da Guarda e Hide Park

10- Tower Bridge e Westminster Bridge

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7 COISAS IMPERDÍVEIS PARA SE FAZER EM MALLORCA

Muito além da capital da ilha, Palma de Mallorca, Mallorca é destino incrível para uma viagem à dois. Mais calma que Ibiza e mais acessível que Menorca, Mallorca fica à 45 minutos de vôo de Barcelona.

Catedral de Palma e centro histórico

Palma é uma cidade grande, mas seu centro histórico conserva sua arquitetura A Catedral fica de frente para o mar e é segunda maior catedral gótica do mundo, com uma altura de 45m. Mallorca foi conquistada pelo rei aragonês Jaume I em 1229 e no momento da sua conquista a enorme mesquita que ali estava deu lugar à uma catedral cristã em homenagem `a Virgem Maria.

Alugar um carro e andar pela estrada Ma-10

O trajeto da Mallorca 10 (Ma-10) é uma das estradas mais cenográficas e encantadoras que já vi. São poucos quilômetros saindo de Palma, mas com muitas curvas e montanhas. O cenário é incrível e dá vontade de parar em todos os mirantes da estrada apara ver o mar e as belezas naturais dessa ilha linda.

Passar uma manhã em Valdemossa

Reserve uma manhã ou uma tarde da sua viagem para a cidade de Valdemossa. A cidade patrimônio mundial da UNESCO mais parece um cenário de filme, com suas ruas estreitas e floridas. Ali tem-se uma herança da cultura espanhola antiga, ainda fortemente presente nos restaurantes e padarias que servem suas comidas típicas.

O rei Jaume II de Mallorca escolheu esse ponto da Serra de Tramontana, a 400m de altitude, para construir um palácio para seu filho Sancho, conhecido como Palácio do Rei Sancho. Em 1399 o rei Martin de Aragão doou todos os pertences reais de Valdemossa aos freis cartuxos, que transformaram o palácio em mosteiro. A Cartoixa de Valdemossa, como é conhecida hoje, é o ponto central da cidade.

Hoje funciona como museu, ao lado do Museu de Chopin, que morou em uma cela de clausura do mosteiro por um inverno. É possível visitar seu quarto, o mosteiro, e os jardins – esse último de entrada gratuita.

Torrente de Pareis

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HEINEKEN EXPERIENCE EM AMSTERDAM

O passeio pela Heineken Experience em Amsterdam é um dos mais populares para se fazer na cidade. O tour pela fábrica histórica da cervejaria vai muito além de um museu, é uma verdadeira experiência interativa que mistura a história da marca com um case de design de sucesso e experiência multimídia, além, é claro, da degustação da cerveja e um bar descolado.

O TOUR

O tour é por dentro de uma antiga fábrica da Heineken, a primeira cervejaria da Heineken na cidade de Amsterdam, que foi desativada em 1988 por não comportar mais a alta demanda da produção.

Hoje serve como sede para o museu interativo/bar/loja da marca e é possível ver mais sobre o legado Heineken, o processo de fabricação da cerveja e inovações ao longo dos anos.

A fábrica tem mais de 150 anos e boa parte dos silos que faziam a cerveja estão preservados e fazem parte do tour. Assim como essas paredes e os vitrais, o início do tour te transporta a outra época.

Aqui bem se vê que o holandês é receptivo, organizado e muito preparado. O foco é realmente na experiência do consumidor e na ideia que a marca representa. Em todas as salas da exibição tem jovens com inglês impecável e uma simpatia sem igual para te receber e falar sobre o processo da cerveja e curiosidades da história da marca.

Para aqueles que não falam inglês o lugar é preparado: o wifi rápido e gratuito te permite baixar o app Heineken Experience no seu celular e acompanhar o tour sozinho em português brasileiro. (O app tem audio e video guide em inglês, holandês, alemão, francês, italiano, espanhol, português, chinês e russo) O link para baixar está no fim do post!

É um museu moderno, sem enrolação e com muita interatividade. E claro, o tour termina na lojinha – como um brinquedo da Disney, só que de adultos. Mas não antes passar pelo bar! Ali você troca suas fichinhas – tokens que vêm na sua pulseira de entrada – por cervejas servidas “como deve ser” e até eu que não gosto de cerveja, gostei.

Eu nem bebo cerveja – o que fez com que o Guilherme tomasse 6 cervejas em tempo recorde para não deixar nada para trás – e mesmo assim amei o tour e acho que vale muito a pena.

GARRAFA DE HEINEKEN PERSONALIZADA

Um souvenir bem comum do tour é você fazer sua própria garrafa de Heineken personalizada com seu nome. Nós não fizemos porque não tínhamos franquia de bagagem e não poderíamos levar líquidos na mala de mão.

A loja tem de tudo: você pode comprar todos os tipos de copos, abridores de garrafa, mala de mão, cachecol, caderno e mais uma infinidade de produtos com o logo da marca. Há capinhas de celular de 14 euros até neons de parede de bar da Heineken por 125 euros. Nós levamos um conjunto de copos iguais aos que nos serviram do bar do tour e os três copos saíram por 9 euros.

COMO CHEGAR

O tour da Heineken Experience acontece dentro da antiga fábrica da Heineken na Stadhouderskade 78, 1072 AE.

É um ponto bem central da cidade, onde fica o cassino e o Hard Rock Café. Se estiver se locomovendo de transporte público, tome os trams 7, 10 e 24 – tem parada logo em frente à fábrica.

Para ver o mapa, clique aqui.

INGRESSOS

Os ingressos eu comprei online e propositalmente escolhi o penúltimo horário, para que a gente aproveitasse o dia todo na cidade e ir ao tour no fim da tarde. Devo dizer que escolhi errado: ficamos no último grupo do tour e queríamos ter tido mais tempo. Se por um lado foi um pouco corrido, por outro, fomos VIPs: o museu todo estava pra gente e mais 4 pessoas, os funcionários estavam ali com toda a atenção voltada para gente. Pudemos tirar fotos com a guia, fazer perguntas, ficar olhando os cavalos. Cavalos? Sim, pois é! #spoileralert

Compre online para não perder tempo na fila que forma do lado de fora. O preço é 18 euros por adulto e te dá direito a 2 cervejas no bar (e mais 1 no meio do tour, quando te ensinam a tirar o chopp perfeito). No site você ainda tem 2 euros de desconto em relação à bilheteria!

Para comprar seu ingresso é só entrar nesse link aqui.

TOUR EXCLUSIVO

Há também a experiência de um tour exclusivo com um expert em cervejas da marca que dura em torno de 2 horas e meia e uma degustação de 5 cervejas e harmonização com uma seleção de queijos holandeses e custa 55 euros.

ACESSIBILIDADE

Amsterdam está entre as cidades menos acessíveis que já conheci. Seus prédios antigos e estreitos têm escadas íngremes e apertadas. No entanto, a Heineken Experience foi totalmente pensada e renovada para ser acessível a pessoas com mobilidade reduzida. Caso você esteja planejando sua ida à Heineken Experience e use cadeira de rodas, saiba que o tour é preparado e há elevadores, mas é preciso pedir na entrada a chave para acesso aos elevadores. Caso precise de uma cadeira de rodas há apenas uma no local e é preciso reservar pelo email sales.experience@heineken.com.

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HEINEKEN EXPERIENCE

Stadhouderskade 78, 1072 AE.

AMSTERDAM

INGRESSO: 18 EUROS

APLICATIVO DISPONÍVEL PARA ANDROID E IOS

HORÁRIO

SEGUNDA – QUINTA 10H30 às 19H30 (Última visita 17h30)

SEXTA – DOMINGO 10H30 às 21h (Última visita 19h)

Nos dias 24 e 31 de dezembro desde 10h30 às 16h (Última visita 14h)

Durante os meses de julho e agosto, se aplicam os horários de fins de semana.

UM DIA EM BRUGES

A Bélgica é um país comumente colocado nas viagens e mochilão por seu ponto estratégico entre Amsterdam e Paris. Muitos só colocam no roteiro a capital Bruxelas, mas isso seria um erro terrível. Isso porquê Bruges e Gent são duas das cidades mais interessantes para se passar um dia na Europa.

Bruges é pequena, tem cerca de 120 mil habitantes e seu centro histórico, a antiga cidade amuralhada, é Patrimônio Cultural da UNESCO desde de 2000. Não é para menos: uma cidade que respira cultura e história, que parece saída de um conto de fadas com seus canais e os moinhos. Acrescente à tudo isso as batatas fritas belgas, o chocolate tradicional e as muitas cervejas artesanais e tem-se Bruges, a “Veneza do Norte”.

A Igreja do Santo Sangue

Em Bruges, um ponto turístico muito conhecido é Basílica do Santo Sangue ou Heilig-Bloedbasiliek (Holly Blood Basilica) . Diz a lenda que sangue sagrado de Cristo está nessa basílica construída entre os anos 1134 e 1157 pelo Conde de Flanders, que trouxe a relíquia da Terra Santa durante as Cruzadas.

A visita da Basílica vale a pena, é uma igreja muito bonita, toda em madeira decorada, diferente do mármore que sempre vemos. Para os devotos que quiserem ver o sangue é preciso pagar uma quantia de 2,50 euros na entrada da igreja. No guichê você paga a quantia e recebe um ticket, que deve ser entregue no altar a um padre que fica ali guardando a relíquia. Dentro da igreja deve subir em fila e entregar a ficha, mas caso não queira pagar para ver o relicário o restante da igreja é de visita gratuita.

Centro Histórico Medieval e Patrimônio Cultural da UNESCO

O centro histórico é todo de pedra e tijolinho à vista, as ruas de paralelepípedo. Casinhas com o telhado bem pontiagudo para a caída da neve, ruas estreitas e inúmeras praças. Parece de mentira, que é cenográfico ou que se assoprar e bufar a casa cai. Direto de contos de fadas. Sem falar dos canais!

O nome Brugges vem das pontes sobre os inúmeros canais, no holandês antigo Brugga significa ponte (em inglês, bridge). Por isso Brugges passou a ser chamada de Veneza do Norte. Um passeio tradicional para se fazer na cidade em dias ensolarados é andar de barco pelos canais.

Como chegar à Brugges

De Bruxelas é muito fácil tomar um trem para Brugges, que está a 90km de distância da capital belga. Na estação de trem, tanto no balcão de informações gerais, como nos balcões de compra de bilhetes, todos foram super simpáticos, gentis e sorridentes, além de falarem vários idiomas e, inclusive, um inglês perfeito.

Caso não se sinta confortável com o inglês também pode comprar com cartão de crédito internacional em máquinas na estação. Também é possível comprar as passagens online e levar o ticket impresso já do Brasil- mais fácil se você não quer perder tempo ou não tem familiaridade com o inglês ou o francês.

Para quem tem menos de 26 ou acima de 65 anos, e sabe se comunicar em inglês ou francês, é melhor deixar para comprar no balcão e informar a idade e eles informarão qual o desconto sobre o valor da passagem, que normalmente está em torno de 15 euros por pessoa.

O que ver em Brugges

Fomos à Bruges na primeira semana da primavera, por isso pegamos dias ensolarados e lindos mas com um pouco de frio. No fim da tarde choveu um pouquinho. Ou seja, bem aquela transição do inverno rigoroso para a primavera de temperaturas mais amenas.

A praça principal da cidade, o Grote Markt, é o centro político e cultural da cidade há séculos. Ali, no coração da cidade fica o Campanário de Brugges, o Palácio Provincial e a Prefeitura. A arquitetura dos prédios é linda de se admirar e muito bem conservada, é um bom lugar para começar seu passeio.

Como se locomover por Brugges

A cidade é bem pequena e é possível fazer tudo a pé, já que as ruazinhas são bem estreitas e antigas. É também a melhor forma de não perder nada, já que cada esquina dessa cidade merece uma foto.

Ainda assim preferimos pegar o ticket de um dia do transporte público, valia a pena para ir da estação de trem até o hostel com as malas e depois para voltar. O bilhete unitário custa 3 euros e é válido por uma hora, enquanto o Daagpass (day pass) custa 6 euros e é de uso ilimitado em ônibus e trams do transporte público da cidade pelo período de 24 horas.

Outro passeio muito conhecido em Brugges é o de barco pelos canais. O passeio custa 7 euros por pessoa e tem duração de 30 minutos.

Onde ficar em Bruges

Ficamos mais uma vez na rede St. Christopher’s – já podemos pedir música no Fantástico?

Em Londres passamos uma semana no St. Christopher’s Hammersmith e uma semana em Paris no St. Christopher’s Canal. Sabendo que é uma das redes de hostel mais conhecidas da Europa como tivemos ótimas experiências em Paris e Londres, resolvemos ficar no Bauhaus – o St. Christopher’s de Bruges.

O bom desse hostel é a localização, realmente no centro histórico – no quarteirão de trás ficam os moinhos à beira do rio e a entrada da cidade amuralhada. O bairro em si ainda não é super turístico, o que é maravilhoso, e é antigo e residencial. Caminhar por ali até a Grote Markt, por exemplo, é se apaixonar a cada esquina (desculpa a empolgação, eu realmente amei Bruges! )

A segunda coisa é que o café da manhã é bem gostoso também e a experiência é uma delícia. Nós ficamos em um quarto com uma canadense e um mexicano e passamos algumas horas conversando – saí de lá com muita vontade de conhecer o México!

O ponto negativo, talvez, seja o tamanho dos banheiros, que são bem apertados. Só para não falar só elogios, né? Mas, resumindo, valeu a pena ficarmos hospedados ali no Bauhaus, está entre os mais baratos da cidade e é muito bom, indico!

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