A EXPERIÊNCIA INESQUECÍVEL DE SANTORINI

 

 

Na agenda – e no coração – de todo viajante há uma lista de lugares dos sonhos e Grécia quase sempre está na lista de todos eles. Na nossa estava no topo há bastante tempo e agora que voltamos sei que Santorini sempre vai fazer parte de uma outra lista: a de lugares que quero voltar.

 

A Grécia tem mais de seis mil ilhas no mar Egeu

 

 

O QUE DEU ERRADO NO NOSSO MOCHILÃO

Entre o Natal e Ano Novo (e um pouquinho mais) tivemos umas férias e aproveitamos tudo para ir para o Leste Europeu. Foram 21 dias de viagem e começamos olhando passagens de avião de ida e volta, e literalmente escolhemos os lugares mais baratos que pudessem estar nas datas (inclusive ficamos uns dias a mais porque a diferença na volta era grande e valia a pena ficar mais – ninguém reclama). Pegamos a ida por Berlim e a volta de Budapeste, de Ryanair (saindo de Barcelona, onde moramos hoje).

Definimos que o começo seria Berlim, o fim seria Budapeste. O meio começou a ganhar forma olhando o mapa que fica no nosso quarto e decidindo as cidades que poderíamos fazer nesse tempo até chegar em Budapeste.

Como já conhecíamos Berlim, ficamos apenas um dia e meio na cidade. Fizemos algumas coisas que não tinha dado tempo antes e outras que queríamos repetir, como o Reichstag e o Parlamento Alemão, o Muro de Berlim e a Ilha dos Museus.

De lá pegamos um ônibus para Varsóvia, capital da Polônia, que durou uma noite inteira e nos poupou uma noite de hostel. Passamos três dias em Varósvóia e pegamos mais um ônibus para Praga, onde queríamos passar o Natal.

De Praga pegamos mais um ônibus para Viena, na Áustria, onde planejávamos passar o Ano Novo. Planejávamos porque foi quando algumas coisas deram errado e os planos mudaram – já explico.

Depois de dois dias em Viena fomos à Bratislava, capital da Eslováquia, onde passamos o Ano Novo no centro da cidade e nos surpreendeu como foi animado. Fizemos um bate e volta muito rápido até Devin, onde tem o castelo de Devin Hrad e a fronteira com a Áustria.

Por último chegamos em Budapeste. Porém nosso vôo de volta à Barcelona, onde moramos, já estava comprado e estava sobrando dias aí, teríamos 8 dias só em Budapeste e parecia muito. Resolvemos conhecer um novo país e escolhemos a Romênia. Já que a capital Bucareste seria uma viagem de dois dias, trocando muitas vezes de ônibus no caminho, optamos por Oradea, praticamente na fronteira.

QUANTOS DIAS PASSAR EM CADA UMA DESSAS CIDADES?

Senta que lá vem a história!

Já vou começar sendo bem sincera: Fizemos o nosso planejamento errado, por isso espero que esse post te ajude a se planejar melhor.

Acredito que acabamos deixando muitos dias em cada lugar e pulamos a Cracóvia, na Polônia, porque era Natal e queríamos ir para Praga. Ainda passaria o Natal em Praga e não na Cracóvia, mas tê-la deixado de fora do roteiro me deixou triste. Escolhas, né? Porém, fosse qualquer outro dia do ano não teria deixado a Cracóvia de fora. De lá você pode ir visitar as minas de sal Wieliczka e o campo de concentração de Auschwitz.

Outra coisa que deu errado – e acabou transformando a viagem – foi que quando chegamos em Viena, na manhã do dia 29 de dezembro, andamos um pouco até o horário do check in no nosso apartamento. Por volta de 11h da manhã enviamos uma mensagem para o hotel e tivemos uma resposta bem seca: sua reserva é para dia 29 de janeiro, estamos lotados. Entramos no nosso email e no boooking e realmente: colocamos a data errada na hora da reserva! Pior, já tínhamos pago tudo com antecedência e a mulher não quis fazer o cancelamento. Cancelamos pelo booking e alguns meses depois tivemos uma parte do dinheiro de volta, mas sim, perdemos um bocado de dinheiro nesse erro.

E aí estávamos em Viena, dia 29 de dezembro, tudo lotado, preços absurdos, tudo longe. Encontramos dois lugares diferentes com quartos privativos, um para dia 29 e outro para o dia 30. Teríamos que trocar porque nenhum deles tinham os dois dias disponíveis. Nosso plano era ficar mais em Viena, mas tivemos que decidir rápido com o que tínhamos disponível. Decidimos comprar novas passagens de ônibus e seguir viagem.

No fim, 2 dias em Viena foram bons para gente, não faltou nada que queríamos ter visto. Visitamos o Schloss Schönnbrunn em um dia e o Belvedere em outro e intercalamos no restante do tempo o centro da cidade e a feira de Natal no Rathaus, que estava linda. Caso queira ir à um espetáculo de orquestra, muito comuns na cidade, talvez seja bom mais um dia. Porém para gente e nosso estilo de viagem foi ótimo, teria sido demais 4 dias em Viena. Sem contar que Viena é muito caaaara!

Ficar menos em Viena fez com que a viagem andasse mais rápido e “sobrasse tempo” depois. De Viena à Bratislava têm muitos ônibus e o trajeto é menos de uma hora. E o melhor é preço! Pagamos 1,43 euro por pessoa na passagem!

Fomos para Bratislava passar o Ano Novo e a cidade estava muito animada, não estávamos esperando tanta coisa nas ruas. Tinham djs e palcos nas praças e tudo de graça, só precisava passar por uma revista e detector de metais. Foi bem melhor do que a gente imaginou! Depois do estresse, a gente ainda tava se divertindo muito – rir de nós é a melhor solução nessas horas, né?

Passamos dia 31 de dezembro e 1 de janeiro em Bratislava e na minha opinião dois dias foi tempo perfeito para se conhecer a cidade. Não ficaria nem mais e nem menos! Lugar fofo, bem histórico, preços mais em conta, bons lugares para comer.

Chegamos em Budapeste no dia 2 de janeiro e nosso vôo de volta à Barcelona era só dia 10 de janeiro! Era muito tempo para ficar em Budapeste. Tínhamos um contato de uma amiga nos esperando em Budapeste no dia 5, mas como chegamos uns dias antes ela não podia nos receber. Decidimos olhar se tinha como voltar mais cedo à Barcelona, mas as passagens estavam 8 vezes o valor que pagamos. Olhando o mapa e testando rotas, vendo o tempo de locomoção x preço da passagem, decidimos ir à Oradea, na Romênia. Conclusão: mais um país na nossa lista!

Budapeste é realmente linda, mas 4 dias que passamos na cidade eu diria que foi muito ainda assim. Dois a três dias estão de bom tamanho para conhecer tudo, mesmo para quem como nós gosta de viajar sem pressa!

Foi uma ótima decisão! No fim, um monte de erros e perrengues nos deu a oportunidade de ir à Romênia, um lugar que nunca imaginei conhecer na vida.

Fomos à Transilvânia, terra do Drácula, Oradea na Romênia. Com o frio do inverno acabamos não saindo da cidade. Mas só a comida, o apartamento gostoso (Romênia é bem mais barato que as outras cidades, compensou muito!) e os lugares tão diferentes já foi super legal.

Pegamos comemoração de Santo Reis, que eu nem imaginava ver no leste europeu. E Oradea parece uma cidade de brinquedo, toda bonitinha e colorida. Dá para ver que está sendo revitalizada nos últimos anos e algumas coisas estão em reforma. Foi muito legal conhecer esse pedacinho de mundo que tem uma língua tão estranhamente parecida com o nosso português.

Amei Oradea e fiquei com muita vontade de um dia voltar e conhecer a capital Bucareste. Há males que vem para bem, né?

10 COISAS PARA SE FAZER DE GRAÇA EM LONDRES

Londres é conhecida como uma cidade cara para se visitar, porém não é necessariamente verdade. Isso vai depender do seu estilo de viagem e de saber aproveitar as inúmeras atrações gratuitas que a cidade tem a oferecer.

1- Conhecer os parques mais famosos da cidade

Londres é uma cidade plana e passear a pé por ela pode ser uma ótima maneira de se conhecer a cidade. Sempre haverá um parque nas redondezas que vale a pena entrar, ver seus memoriais, caminhar sem pressa. O Green Park, por exemplo, fica justo ao lado do Palácio de Buckingham e é um dos parques mais conhecidos da cidade

Junto ao Green Park estão o Hyde Park e o St. James’s Park, formando uma área quase ininterrupta de parques que vai de Whitehall e Victoria até Kensington e Notting Hill. Aliás, para chegar até eles (ou ao Palácio de Buckingham) pegue o metrô até a estação Victoria.

2- Museus que estão entre os mais importantes do mundo

Muitos museus em Londres são de entrada gratuita e pedem somente que você deixe uma contribuição de qualquer valor na entrada, totalmente opcional. Muitos vão à Londres com poucos dias, mas caso tenha algum tempo livre, ou esteja chovendo, esses museus são incríveis.

O British Museum foi o museu que eu mais gostei em Londres e para mim passeio imperdível para qualquer um, de criança à idoso. O acervo é fantástico, contando a história de mais de dois milhões de anos até os dias de hoje. São quase 8 milhões de peças, com muita coisa do Egito Antigo e a famosa Pedra de Rosetta. Além do acervo, só o próprio museu por dentro já é lindo e vale a visita. De acordo com o VisitLondon – guia oficial da cidade de Londres – é a atração número um da cidade. Não deixe de ir! Para chegar no British Museum o meio mais fácil é de metrô (tube), mas você pode ir de ônibus ou de táxi. De táxi tenha em mente que terá uma taxa extra por circular dentro do perímetro pedageado (Congestion Charge zone).

British Museum

Como chegar:

Linhas de ônibus que param perto do Museu:

– 1, 8, 19, 25, 38, 55, 98, 242: Pare na New Oxford Street

– 10, 14, 24, 29, 73, 134, 390: Pare sentido norte (northbound) naTottenham Court Road,
e sentido sul (southbound) na Gower Street

– 59, 68, X68, 91, 168, 188: Pare na Southampton Row

De Tube (metrô)

– Tottenham Court Road (500m)

– Holborn (500m)

– Russell Square (800m)

– Goodge Street (800m)

Horário: aberto todos os dias de 10h às 18h (última entrada às 17h30); às sexta-feiras o museu fecha às 20h30;

O museu não abre nos dias 24, 25 e 26 de dezembro e 1 de janeiro.

Entrada gratuita

O Royal Air Force Museum fica um pouco afastado do centro mas é interessante para quem gosta de aviões, lá tem mais de 100 aeronaves reais em exposição e pode -se ver muito sobre a história da aviação e das participações da Real Força Aérea nas guerras do século XX.

O Natural History Museum é especialmente interessante para quem está viajando com crianças porque é muito completo. Nele há réplicas e explicações da história das invenções e demonstrações dos fenômenos naturais – como uma sala que simula um terremoto no Japão.

3- Ir aos mercados de rua mais famosos

Notting Hill é um bairro de Londres que ficou muito famoso com o filme Um Lugar Chamado Notting Hill, com Julia Roberts no papel principal. No filme ela se apaixona por um dono de uma livraria de Notting Hill, vivido por Hugh Grant. A porta 280 da rua hahahahah até hoje recebe turistas para fazer uma foto – como eu, confesso.

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O bairro é muito mais que isso, claro. É um lugar de Londres mais descolado e de uma vida mais simples, mesmo dentro de uma cidade tão grande e globalizada como Londres. É bem fofinho como as casinhas do bairro parecem idênticas, mas cada uma de uma cor diferente.

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O Portobello Market é um mercado de rua na Portobello Road que tem de tudo, de discos de vinil à feira livre de verduras. É uma loucura e vale a pena ir para ver de perto tudo isso e aproveitar para comer alguma coisa na feira.

Para chegar até lá pegue o metrô

4- Ver a tradicional Troca da Guarda no Palácio de Buckhingham

Na alta temporada, de abril à julho, a Troca da Guarda acontece todos os dias às 11h da manhã em frente ao palácio. Nos demais meses do ano ela se alterna, dia sim, dia não

e Portobello Market

2- Piccadily Circus

3- British Museum

4- National Gallery

5- Science Museum

6- Harrods, Lego, M&M’s World

7- Camden Town

8- Notting Hill e Portobello Market

9- Troca da Guarda e Hide Park

10- Tower Bridge e Westminster Bridge

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VENEZA EM DOIS DIAS

Dois dias na cidade foram suficientes para se encantar por essa cidade. Fizemos nosso roteiro pela Itália sabendo que deveríamos reservar dois dias inteiros em Veneza, sem contar o dia da nossa chegada na cidade, para que pudéssemos andar muito e aproveitar o momento só nós dois. Não erramos, ter ficado menos que isso teria sido um crime.

ONDE COMER

Nossos dias em Veneza estavam muito quentes, como todos os nossos dias na Itália. Não foi a toa que trocamos várias refeições por porções exageradas de gelatti de frutti di bosco e stracciatella para mim e cioccolatto e vaniglia para o Gui. Experimentamos muitos sabores mas os favoritos foram esses 😛

Gelatti: No calor de Veneza acabamos trocando algumas refeições por sorvetes italianos.

No geral Veneza é uma cidade cara para comer. Um prato ou uma refeição com a bebida inclusa custa 20 euros por pessoa. Existem opções mais caras, claro, mas também opções mais acessíveis.

Mesmo assim fomos a um restaurante em Veneza que tivemos que voltar e comer de novo no dia seguinte. Só depois percebemos que foram nossas únicas refeições de verdade, sentado a uma mesa. Ficamos tão entretidos e comemos várias coisas na rua que só fizemos uma refeição no dia, aquele famoso almojanta de quem está de férias.

Fomos a um restaurante super acessível

BREK BAR RISTORANTE

Rio Terà Lista di Spagna, 124, 30121 Venezia VE, Itália

Na parte da frente funciona como um bar, com pedidos no balcão. Nós fomos ao restaurante na parte de trás e indicamos muito! Para resumir, indicamos muito a você que está em Veneza e quer comer uma comida italiana boa e com conforto e ainda gastar pouco. Mochileiros essa é pra vocês!

Era bom, tinha ar condicionado, wifi grátis, banheiros limpinhos. A comida era ótima, de risottos, pizzas e um buffet com frango e legumes. Têm uma seleção de saladas e sobremesas também. Além de tudo, foi super barato! Era esse mesmo!

Tudo que comemos foi muito bom e muito diferente da comida italiana no Brasil, acho que nós brasileiros gostamos dos temperos mais fortes e com mais sal. Falo isso não só por Veneza mas pelo resto da nossa viagem pela Itália.

Quando a fome apertou no dia seguinte estávamos mortos de calor e de tanto andar, aquela canseirinha divina de viagem que a gente ama – não queríamos procurar um lugar para comer e preferimos voltar e comer lá mesmo de novo. Não decepcionou, muito pelo contrário, o cardápio tinha algumas mudanças e novos pratos que não tinha no dia anterior.

O QUE VER EM VENEZA

PIAZZA SAN MARCO

Coloco a Piazza San Marco em primeiro lugar pois é o lugar mais conhecido de Veneza e uma das praças mais conhecidas do mundo. A Piaza concentra a Basilica San Marco, o Palazzo Ducale e a Torre Campanile di San Marco, três edifícios majestosos da época de ouro de Veneza. É verdadeiramente o ponto chave da cidade e se você quiser pode suir na Torre do Campanário por 8 euros e ter uma vista panorâmica da cidade. Nós só ficamos pela praça e no cais, onde as gôndolas ficam. Pode até ser cliché, mas é impressionante e você se sente transportado a uma outra época ou a um filme, mesmo com os milhares de turistas passando.

PONTE DI RIALTO

Veneza é uma cidade tomada pelo mar e seus canais se transformam em ruas, com muitos barcos e gôndolas passando a todo tempo. Sendo assim as pontes da cidade têm uma importância vital.

A mais antiga e famosa de todas elas é a Ponte Rialto do ano de 1181 que conecta os distritos de San Marco e San Polo.

É também a mais cheia, quase impossível de conseguir uma foto sem vários outros turistas.

QUANDO IR

Acredito que Veneza seja linda em qualquer momento do ano, com sol ou com chuva, mas para mim, ter ido no verão foi a melhor escolha. Fomos na época de maior fluxo de turistas, a cidade estava verdadeiramente cheia, ainda assim podíamos entrar em ruelas e à beira da canais e estar sozinhos em vários momentos, bastava sair das rotas mais turísticas. Fora as áreas da Piazza San Marco, a Ponte Rialto e a Basílica de Santa Maria della Salute, que são as mais movimentas, andávamos e fazíamos fotos juntos, aproveitando cada cantinho da cidade como se fosse só para nós.

Com o céu azul e as cores da cidade vibrantes, tudo ficava ainda mais lindo. Tudo estava aberto e em pleno funcionamento. Nada como dias ensolarados e céu azul para te deixar mais disposto e a cidade mais feliz e bonita.

Com o céu azul e as cores da cidade vibrantes, tudo ficava ainda mais lindo. Tudo estava aberto e em pleno funcionamento. A cidade respirava arte, com vários grupos desenhando e pintando as paisagens. Era virar uma esquina e encontrar uma equipe de filmagens fazendo uma novela – ou era o que parecia – em alguma língua que não entendemos nada.

Ir no verão, ou em uma época de temperaturas mais altas, te permite ver a cidade toda, caminhar mais. Nada como dias ensolarados e céu azul para te deixar mais disposto e a cidade mais feliz e bonita.

Confesso que cansa sim, o verão na Itália não é brincadeira e alguns dias fiquei com dor de cabeça de tanto sol. É um calor diferente do verão brasileiro e engana, por conta da brisa que vem do mar. Por isso hidrate-se muito, dica de amiga.

TRANSPORTE

Quando planejamos uma cidade colocamos no Google Maps ou Google Trips os lugares que queremos conhecer, daí para frente é caminhar de um lugar a outro. Andamos muito, nos perdemos pela cidade, entramos nas lojinhas, descobrimos os lugares.

E é assim em quase todas as nossas viagens, amamos andar quase que sem rumo por uma nova cidade e não ter hora para nada. Paramos comer quando temos fome, sentamos onde tem sombra, não temos vontade de correr e tirar fotos e partir para o próximo ponto.

Nós gostamos muito de andar e conhecer lugares não tão turísticos, foi por isso que não andamos nenhuma vez de vaporetto ou qualquer transporte em Veneza que não fosse nossos próprios pés.

 

Mas como Veneza é invadida pelo mar e seus canais são suas principais ruas, o transporte é quase sempre aquático. Aqui as ambulâncias, os táxis, o serviço de correios, os carros de polícia e os ônibus também são aquáticos.

O “ônibus aquáticos” de Veneza são os vaporettos, com linhas e horários fixados. O preço da passagem para 60 minutos é de 7 euros por pessoa e a maioria das linhas funcionam de 4h30 da manhã até meia-noite e meia, todos os dias. Se você for usar bastante, pode ser que seja mais vantajoso comprar o Tourist TravelCard

  • 1 dia: 20€.
  • 2 dias: 30€.
  • 3 dias: 40€.
  • 7 dias: 60€.

GÔNDOLAS

Os passeios de gôndolas são bem famosos e uma atração turística. Tínhamos dois dias inteiros na cidade e ficamos o tempo todo postergando para daqui a pouco, acabamos não indo.

Primeiro porque a cidade estava muito interessante de se conhecer caminhando e parávamos sempre que havia alguma coisa que nos chamasse a atenção ou um gelatto no caminho, queríamos aproveitar ao máximo juntos. Segundo que nos pareceu meio tumultuado, tinha muita gente naqueles dias, os gondoleiros não pareciam ser aquela “flor de pessoa” não. Terceiro mas não menos importante, o preço, que pelos motivos anteriores não fazíamos questão de desembolsar. Talvez numa próxima!

A tarifa é de 80 euros para meia hora de passeio, 100 euros se for no período noturno. Existem também os gondoleiros que cantam, sendo assim o passeio sai por 250 euros.

Quando estávamos lá vimos que havia como dividir o passeio entre até 6 pessoas, ou seja, você pode ir com mais cinco pessoas e pagar um sexto do valor. Mas isso ficava a nossa responsabilidade de encontrar essas outras 4 pessoas e esperarmos o gondoleiro juntos.

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