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Disney Genie: o novo aplicativo de planejamento de viagem da Disney

Durante a Disney D23 Expo em Los Angeles no fim de agosto de 2019 tivemos as notícias sobre as mudanças previstas para os próximos anos no universo Disney. Uma delas é o app Disney Genie promete tornar o planejamento mais fácil e divertido, com itinerários personalizados.

Quais seriam os três pedidos ao gênio? Parece que no final de 2020 vamos saber o que o novo aplicativo Genie vai poder oferecer para os visitantes planejarem e vivenciarem melhor sua viagem à Disney.

Durante a Disney D23 Expo em Los Angeles no fim de agosto de 2019 tivemos as notícias sobre as mudanças previstas para os próximos anos no universo Disney. Uma delas é o app Disney Genie promete tornar o planejamento mais fácil e divertido, com itinerários personalizados.

A novidade digital promete ser revolucionária para o planejamento de uma viagem com foco em princesas, apaixonados, loucos por emoções fortes, apreciadores de boa culinária, famílias com crianças e muitos outros itinerários personalizados que você pode escolher no app.

De acordo com o site oficial da Disney você poderá até mesmo dizer ao Disney Genie o que quer vivenciar e ele rapidamente avaliará as milhares opções de experiencias Disney e te aprensentará o dia perfeito.

O Disney Genie também irá te recomendar experiências e te manter localizado no parque.

Além de mandar dicas e atualizações em tempo real do que ele acha que você vai gostar baseado no seu perfil, ele pode também organizar e fazer reservas.

Talvez você já saiba o que quer fazer, mas o app te ajuda a saber a melhor hora para ir na atração ou a melhor ordem de atrações durante o seu dia. Tudo isso de maneira flexível, ou seja, se mudar de ideia ele reavalia o roteiro e re-otimiza seu dia, tudo para que você aproveite melhor seu tempo e tenha uma experiência mágica!

Um gênio dos desejos né? Faça o seu pedido, se quiser. Nunca teve um amigo assim!

Novidades Disney: D23 Expo anuncia novidades para os 50 anos da Disney Orlando

A festa está chegando a todos os quatro parques do Walt Disney World Resort, e podemos esperar ansiosamente por aberturas de atrações e novos entretenimentos, comidas e bebidas especiais, mercadorias e muito mais.

O primeiro parque da Disney foi aberto em 1955 pelo próprio Walt Disney, que participou de todas as fases da construção à abertura, em Los Angeles. Depois de Los Angeles foi a vez de Orlando ganhar um mundo Disney, o Walt Disney World.

Infelizmente Walt acabou falecendo antes do parque tão sonhado ficar pronto e inaugurar em 1 de outubro de 1971.

A Disney Orlando completa 50 anos em 2021 e para isso várias mudanças estão ocorrendo em todos os parques, nos Resorts e até na Disney Springs e Cirque de Soleil. Durante a Expo D23 em Los Angeles na semana passada a Disney Parks, Experiences and Products aproveitou para anunciar suas novidades para os próximos anos e para comemoração dos 50 anos da DisneyWorld.

D23 Expo 2019

 Hollywood Studios 

Durante os últimos anos o Hollywood Studios passou por reformas profundas, a começar pela substituição do chapéu do Mickey feiticeiro que foi o símbolo do parque até 2015. Além disso tivemos a inauguração de uma área dedicada aos filmes de Toy Story, a Toy Story Land, concluída em 2018. Agora, no fim de agosto de 2019 o Hollywood Studios inaugura a área dedicada a Star Wars que promete surpreender os fãs da saga que já tem mais de 42 anos e ainda continua conquistando uma nova geração de fãs.

Inspirada em Moana, essa nova atração do Epcot promete trazer seu amor pela água

Shanghai Disneyland

Mickey & Minnie’s Runaway Railway

Parece que mesmo frente a tantas não se esquecem de que “it was all started by a mouse” – tudo começou com um ratinho!  Em 2020 o Hollywood Studios ganha uma atração que leva os visitantes por dentro de uma animação do Mickey. A atração também será levada ao Disneyland de Los Angeles em 2022.

Epcot

Epcot Entrance

Moana Journey of Water

Guardians of the Galaxy

Space 220

Play Pavilion

QUAIS SÃO OS PAÍSES QUE EXIGEM SEGURO VIAGEM?

Seguro viagem é aquele tipo de coisa que ninguém quer pagar quando está planejando uma viagem, que já tem tantos outros gastos na lista. Sempre falo que sendo exigido ou não pela imigração do país que você está indo, seguro viagem é muito necessário. Claro que seriam alguns dólares ou euroníneos a mais para se divertir no destino, eu sei, mas não ter um seguro viagem pode te dar uma dor de cabeça sem tamanho depois!

Minha dica? SEMPRE SEMPRE SEMPRE CONTRATE SEGURO VIAGEM (sempre!)

Hoje eu vou te contar mais sobre os destinos que exigem o seguro de viagem, independente de você querer pagar por ele, ou não.

 

CUBA

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Foto:  Norwegian Cruise Line

Desde 2010 Cuba passou a exigir um seguro de viagem de visitantes de todas as nacionalidades. Além do visto, que também é obrigatório, você deve ter um seguro que cubra despesas médicas que pode ser feito com antecedência ou até mesmo na chegada no aeroporto, antes da entrada no país.

Com a ASISTUR, empresa estatal responsável pela assistência ao turista, o valor fica entre CUC 2,50 a CUC 3 por dia e oferece uma cobertura de até 10 000.00 CUC.  Uma outra opção é contratar o seguro com uma empresa brasileira da sua escolha, antes do embarque para a ilha. A cobertura mínima deve ser de US 10.800.

Fonte: Site oficial do ASISTUR.cu

VENEZUELA

Turistas com destino à Venezuela devem obrigatoriamente contratar um seguro viagem com cobertura mínima de US$ 40.000 para assistência médica e US$ 1.000 para roubo, furto ou perda de bagagem, conforme resolução do Ministério de Turismo da Venezuela.  No momento político em que se encontra, todos os sites oficiais do país não estão abertos e as informações podem mudar.

 

EQUADOR

Ao chegar no Equador um comprovante ou certificado do seguro viagem pode ser exigido na hora de passar pela imigração. No entanto, não há exigência de um valor mínimo de cobertura, apenas que ele seja válido para todos os dias em que estiver no país.  No caso do Equador, certifique-se também que está com a vacina da febre amarela em dia e com o seu comprovante internacional de vacinas em mãos.

 

EUROPA

A recomendação é que você nunca viaje sem um seguro viagem como uma garantia em caso de imprevisto, mas dentro dos países integrantes do Tratado de Schengen é necessário o seguro em mãos para circular livremente sem precisar de passaporte em fronteiras entre os países membros.

O Tratado de Schengen é um acordo entre países para determinar diretrizes para o turismo. Uma das exigências aos turistas é o seguro de viagem com uma cobertura mínima de € 30.000,  uma vez que a maioria dos hospitais são públicos e gratuitos (ou quase gratuitos) para a população.

Fazem parte do acordo de Schengen:

1-Alemanha
2-Áustria
3-Bélgica
4- Dinamarca
5- Eslováquia
6- Eslovênia
7- Espanha
8- Estônia
9-Finlândia
10-França
11- Grécia
12- Hungria
13- Islândia
14-Itália
15-Letônia
16-Liechtenstein
17-Lituânia
18-Luxemburgo
19-Malta
20-Noruega
21-Países Baixos
22-Polônia
23-Portugal
24-República Checa
25-Suécia
26- Suíça

Fonte: Site oficial do Consulado de Portugal. consuladoportugalsp.org

AUSTRÁLIA

A Austrália é o único páis da Oceania a exigir seguro, porém somente aos estudantes que passarão mais de um mês na terra dos cangurus. Já durante o processo de emissão de visto o Departamento de Imigração e Cidadania exige que todos os estudantes estrangeiros contratem um seguro saúde.

Não há uma exigência mínima de valor, mas é recomendado que a cobertura seja de no mínimo US 50.000, já que as contas médicas costumam ser bem caras. Por cerca de AUD 5 por dia você já encontra seguros com boa cobertura, sem franquia e despesas com repatriação, etc.

Nos demais países não é obrigatório contratar um. Porém, vale sempre ressaltar, que mesmo não sendo obrigatório, fazer um seguro é altamente recomendável.

 

8 COISAS PARA SEMPRE LEVAR NA MALA

Independente de onde você esteja planejando ir na próxima viagem, seja no Brasil ou no exterior, no verão ou no inverno, existem alguns itens indispensáveis que toda mala tem que ter.

 

1 SAPATOS CONFORTAVEIS

Mesmo que você esteja viajando para eventos específicos ou goste de levar sapatos mais bonitos e formais, como sapato social ou sapato de alto alto, não deixe de levar aquele seu sapato confortável. Leve um que você já tenha usado bastante, que você sabe que não machuca e que possa combinar com várias das suas roupas. Um tênis confortável branco é sempre uma boa pedida, combina com tudo.

2 PROTETOR SOLAR HIDRATANTE HIDRATANTE LABIAL E OCULOS DE SOL

Cuidar da pele no sol é importante mesmo que não esteja indo à praia. São itens que podem ser comprados em quase todos os lugares, mas é bom levar aquele que você conhece e já ter na mochila.

3 UMA TOALHA PEQUENA DE MICROFIBRA

Em lojas esportivas é fácil de encontrar pequenas toalhas de microfibra que secam super rápido e são compactas para se ter na mochila. Nunca se sabe o que pode acontecer num dia turistando por aí e pode ser útil sempre. No Japão, por exemplo, a maioria dos banheiros não oferecem papel para secar as mãos e as pessoas já estão acostumadas a levarem suas próprias toalhas.

4 CADEADOS, NO PLURAL MESMO

Quando pensamos em cadeado, pensamos nas malas. Muita gente esquece desse itenzinho indispensável. Com certeza é bom ter um cadeado para cada mala. Alguns lugares oferecem lockers para guardar a mala no aeroporto ou na estação de trem e em hostels também, sempre bom manter as malas no armário e fechar com seu próprio cadeado.

5 CANGA PANINHO

Esse item não é indispensável, claro! Mas aqui vai uma dica pessoal minha: leve uma canga ou um paninho. Assim como a toalha de microfibra, acaba tendo diversas utilidades e não pesa na mala: fez frio no ônibus/avião? me cubro com a canga! fez sol ou calor demais? molhei a canga e coloquei no pescoço para aliviar um pouco! precisava sentar no chão e tava muito sujo? já usei a canga para sentar no chão, no gramado, fazer piquenique no parque!

6 JAQUETA ESTILO UNIQLO QUE AMASSA E FICA BEM PEQUENA

Essas jaquetas têm uma tecnologia muito legal de manter o corpo aquecido e podem ser amassadas até ficarem do tamanho de empunho fechado. Dá pra por na mochila ou na bolsa e garante não passar apuros se o tempo fechar.

7 CELULAR COM GOOGLE MAPS MAPA BAIXADO OFFLINE

Celular e carregador são indispensáveis! Mas uma outra dica são aplicativos de viagem que podem te ajudar a organizar tudo melhor. O Google Maps por exemplo tem a possibilidade de baixar uma região do mapa na memória do seu celular. Assim, mesmo que você fique sem sinal ou sem internet, você ainda pode abrir o mapa e traçar rotas.

8 medicamentos

Sempre que viajo levo uma pequena ‘farmacinha’ numa necessaire. Nem sempre é possível comprar medicamentos fora do país sem a receita, por isso é melhor levar de casa. Leve somente o que está habituada a tomar e, principalmente, o que precisa tomar todos os dias, na quantidade necessária para a duração da sua viagem.

Fiz uma listinha do que eu sempre levo com os remédios que prefiro tomar, para que você tenha uma base e substitua por aqueles que você já toma. É sempre bom lembrar de perguntar ao seu médico e não se automedicar. Se for para áreas de altitude ou que tenham surtos de doenças é sempre bom perguntar a um médico uma indicação específica.

  • Um antialérgico e um creme para picadas de insetos (Polaramine e Fenergan)
  • Um analgésico que você sempre toma para eventuais dores de cabeça ou no corpo (Dorflex)
  • Um antitérmico para baixar a febre (Tylenol)
  • Um anti-ácido ou remédio para má digestão e gases (Eno, Luftal)
  • Um remédio para enjoo (Dramin)
  • Um remédio para cólicas
  • Um mini kit de curativos (gase, esparadrapo, antisséptico, bandaid)

O QUE VER E FAZER EM UM DIA EM SEVILHA

Desde antes mesmo de chegarmos à Espanha (quase um ano atrás) já tínhamos a vontade de conhecer Sevilha. Uma amiga muito próxima fez intercâmbio nessa cidade e sempre pensei em Sevilha como uma cidade colorida e “bem espanhola”.
Surgiu a oportunidade de irmos à Sevilha por apenas um dia, a caminho do sul de Portugal, onde um amigo português nos esperava em sua casa. Sim, a estrada te dá amigos por muitos lugares e reencontrá-los é sempre bom. Se tiver um dia em Sevilha, melhor ainda!
 
Agora contamos tudo que fazer e ver em Sevilha para que aproveite ao máximo o que essa cidade linda tem a oferecer, mesmo se tiver pouco tempo.
 
Plaza de España e Parque María Luisa
Sem dúvidas o lugar mais icônico de Sevilha é a Plaza de España. Quase todas as cidades da Espanha tem uma Plaza de España, mas essa é para mim a mais bonita de todas que já conheci.
 
A enorme praça (de 170 metros de diâmetro) foi construída entre 1914 e 1929 com um formato de semi-elipse, que simboliza o abraço da Espanha a seus antigos territórios americanos, e está voltada ao rio Guadalquivir, como o caminho a seguir rumo América
 
 
 
 
 
Catedral de Santa Maria de la Sede e La Giralda
A Catedral de Sevilha é linda de dia e de noite, quando fica toda iluminada. Ao lado está a torre La Giralda de 104 metros de altura. Originalmente a torre era parte da mesquita que foi convertida em Catedral no século XII é hoje Patrimônio Mundial da UNESCO.

A EXPERIÊNCIA INESQUECÍVEL DE SANTORINI

 

 

Na agenda – e no coração – de todo viajante há uma lista de lugares dos sonhos e Grécia quase sempre está na lista de todos eles. Na nossa estava no topo há bastante tempo e agora que voltamos sei que Santorini sempre vai fazer parte de uma outra lista: a de lugares que quero voltar.

 

A Grécia tem mais de seis mil ilhas no mar Egeu

 

 

PORQUE EU NÃO GOSTEI DA DISNEYLAND DE PARIS

Antigamente chamada de EuroDisney, a Disneyland Paris completou 25 anos junto comigo, em 2017. Foi justamente na semana seguinte ao meu aniversário que fui à Paris e não poderia deixar de conhecer a Disney europeia.

Antigamente chamada de EuroDisney, a Disneyland Paris completou 25 anos junto comigo, em 2017. Foi justamente na semana seguinte ao meu aniversário que fui à Paris e não poderia deixar de conhecer a Disney europeia.

Pode ser que tenha sido um dia de azar, mas não me senti na magia Disney. Trabalhei na Disney de Orlando e já visitei diversas vezes, também estive uma vez na de Los Angeles, e tenho que dizer que a de Paris decepcionou, ainda que tenha sido muito bom. É linda e o castelo é lindo e o dia na Disney foi muito bom e divertido, talvez se eu nunca tivesse ido e/ou trabalhado em Orlando minha percepção seria diferente, mas deixou a desejar.

Existem seis “Disneys” pelo mundo: Los Angeles, Orlando, Tokyo, Paris, Hong Kong e Shanghai – essa é a ordem de que foram abertas. A primeria inaugurou em 1955 pelo próprio Walt Disney. Passados 20 anos a maior Disney foi aberta em Orlando, não por menos chamada de Disney World. Em 1983 surgiu a primeira Disney fora dos Estados Unidos, em Tokyo. E em 1992 foi a vez da Europa ter uma Disney para chamar de sua, a EuroDisney.

f7708-815540_70a1d59d5e534fb999b8062a4caae285mv2Fizemos os dois parques em único dia em uma segunda-feira, já que o ingresso de dia de semana era bem mais barato que aos fins de semana. Também pegamos o parque bem vazio, mas muitos brinquedos estavam fechados ou paravam o funcionamento e depois voltavam – isso aconteceu várias vezes durante o dia. Sobrou tempo e faltou muita coisa por fazer. Para piorar o tempo virou e ficou frio e choveu diversas vezes durante o dia.

Os funcionários e o clima também não são os mesmos, não há tanta preocupação com a cortesia e o show, como no de Orlando, em que tudo parece acontecer como por mágica – precisava desse trocadilho, perdão.

Ainda assim eu teria ido de qualquer forma e se você tem vontade de conhecer a Disney não desencorajo mas trago alguns fatos RÁPIDOS a se pensar, de prós e contras.

eaa81-815540_1317049981aa4a299e511255998fe8e2mv2DISNEYLAND PARIS X DISNEYWORLD ORLANDO

Tamanho

  • Paris: O complexo de Paris é pequeno, são apenas dois parques que eståo literalmente um em frente ao outro. Se deslocar entre eles mais de uma vez no dia é bem tranquilo e também são poucas atrações e brinquedos. Começamos em um porque abria mais cedo, fomos ao outro, começou a chover , voltamos pro primeiro… enfim, não se anda tanto quanto na Flórida.
  • Orlando: São 4 parques temáticos, 2 aquáticos, 23 resorts e o Disney Springs, que têm diversas lojas e restaurantes. Conhecer tudo em apenas uma viagem é impossível! Ao fim de cada dia parece que caminhamos uns 20km – e na maioria das vezes é isso mesmo!

Investimento

  • Paris: Existe um tipo de ingresso chamado de Mini, válido apenas para dias selecionados de seguna a sexta. O Mini de 1 dia/1 parque tem um valor de 53 euros, equanto o Mini de 1 dia/2 parques (que te permite ir de um a outro quantas vezes quiser em um dia) tem valor de 73 euros, aproximadamente 63 e 86 dólares respectivamente. Por ser pequeno você pode tranquilamente fazer os dois parques em um único dia e economizar ou escolher apenas um.
  • Orlando: Como são vários parques e eles são bem maiores, é comum passar mais tempo nos parques e mais dias. Os valores começam em 92,50 euros/ dia na compra de 2 dias e podem chegar à 39 euros/dia na compra de dez dias.

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A cidade

  • Paris: Perfeita para uma viagem de adultos e é uma cidade que tem muito a oferecer nos outros dias da viagem, sem contar a proximidade de Londres, Amsterdam e Bruxelas para se conhecer numa mesma viagem. Sem mais, Paris é Paris!
  • Orlando: Uma cidade voltada ao divertimento em família, muitas coisas para crianças especialmente. Muitos shows, parques, restaurantes, sempre voltado ao kid friendly. Há também a possibilidade de ir aos parques da Universal, dedicado à personagens como Minions, Simpsons e Harry Potter.

Custos da viagem

  • Paris: O euro é mais valorizado que o dólar e tudo tende a ser um pouco mais caro que nos Estados Unidos. Ainda assim Paris tem muito a oferecer de graça, basta passear pela cidade e se encantar. Fora isso não necessariamente é uma viagem voltada a compras e a não ser que você tenha esse desejo por comprar algo de uma marca francesa, não compensa. Se estiver com crianças o apelo às compras é nitidamente menor e pode-se investir em outras coisas, como jantares melhores ou um passeio de barco pelo rio Sena.
  • Orlando: Ao contrário de Paris a cidade não tem graça nenhuma, muito pelo contrário, é relamente uma cidade feita para turistar. Todos os lugares de Orlando são pagos e apelo consumista é forte, principalemnte com crianças, já que em todos os lugares há dezenas de lojas com tudo que se possa imaginar do personagem preferido do momento. Também muito voltada à compras em outlets e preços bem competitivos de roupas, brinquedos, eletrônicos, cosméticos (tudo) em relação ao Brasil. Vá a Orlando com o orçamento bem feito de quanto pode gastar porque é comum se perder!

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Modernidade

  • Paris: Parece que a DisneyParis ficou um pouco parada no tempo, talvez até pelo foco na expansão de outras Disneys pelo mundo e a abertura de Hong Kong em 2005 e Shanghai em 2016. Aqui não há wifi e o sinal é bem fraco de 3G, não tem aplicativo móvel indicando as filas e o mapa e nem fastpasses eletrônicos. Desde 2013 a Disney não usa mais fastpass de papel, mas até então a pessoa tinha que ir até o brinquedo e apertar uma máquina para que saísse um ticket impresso com o horário que deveria retornar para não pegar fila no brinquedo. A Disney Paris ainda é assim!
  • Orlando: Em todo o complexo existe uma conexão wifi muito boa a todos os usuários para que possam utilizar o aplicativo MyDisney em seus smartphones. Pelo aplicativo você pode ver o tempo de fila em tempo real em cada brinquedo ou atração e até fazer pedido de comida nos restaurantes e só ir buscar no horário escolhido. E o fastpass também é feito de modo online pelo app: 30 dias antes da sua vivita você já pode escolher 3 atrações do parque para não pegar fila e esolher o horário em que quer ir nelas.

Língua

  • Paris: A Disney Paris é acima de tudo a Euro Disney, feita para receber europeus. Sendo assim os brinquedos tem fones de ouvido em que é possível selecionar uma língua para escutar o simulador ou contexto do brinquedo. Ia do sueco, alemão, holandês e espanhol, mas não, nem assim tinha o português disponível. Quanto aos funcionários todos pareciam possuir um nível bem básico porém suficiente de inglês.
  • Orlando: Em Orlando os funcionários normalmente são lbilingues e não é incomum que sejam de origem brasileira, canadense, peruana e por aí vai. A própria Disney tem u programa de intercâmbio cultural e contrata todos os anos jovens universitários de diversos países do mundo. (Eu, por exemplo! 🙂 Sendo assim será fácil encontrar alguém que fale português ou pelo menos espanhol caso não fale bem o inglês. Agora, nos brinquedos e shows normamelte tudo será inglês.

Filas

  • Paris: Por não ter controle dos minutos de fila pelo aplicativo e nem do fastpass não é tão simples otimizar seu tempo e aproveitar. Ainda assim as filas tendem a ser bem curtas e você pode ir mais de uma vez em um mesmo brinquedo, ainda mais se for durante a semana.
  • Orlando: Orlando é bem maior e tem muito mais gente sempre, durante a alta temporada de julho e altíssima temporada do final de ano (Thanksgiving, Natal e Ano Novo) fica ainda mais cheio. Com o aplicativo e o fastpass é possível aproveitar mesmo assim, basta planejar antes de chegar ao parque. Mas sim, as filas podem chegar a três horas facilmente!

Deslocamento

  • Paris: Disneyland Paris, mas na verdade fica na cidade de Marne-la-Valée, cerca de 30 km de Paris. O deslocamento aos parques é feito por trem e leva cerca de 45 minutos a uma hora, por um valor 7,80 euros por pessoa. O trem é confortável e é bem simples, não tem como se perder. Ao sair da estação de trem você já estará na entrada dos parques.
  • Orlando: Como tudo nos EUA é longe e praticamente inacessível sem alugar um carro, a não ser que você esteja hospedado em um hotel da Disney. Nesse caso existem ônibus entre todos os parques e resorts e o Disney Springs. Do estacionamento pode haver a necessidade de um trezinho até a entrada do parque ou até mesmo o monotrilho (caso do Magic Kingdom), que são de graça e funcionam ininterruptamente o dia todo desde antes de abrir até o fim do dia. O estacionamento é pago e varia entre preferencial (preferred) e comum (standard), sendo 22 dolares e 45 dolares por carro por dia respectivamente.

Magia

  • Paris: Como já disse um pouco ali em cima, a Disneyland Paris deixou muito a desejar num aspecto que não dá muito para explicar e mensurar, que é a magia Disney – quem já foi, comenta um pouco do que achou para gente ter mais opiniões!
  • Orlando: Em Orlando tudo é milimetricamente pensado e executado, os cheiros de pipoca e de doce, a neve de mentira que cai durante a noite perto do Natal, a animação e sorriso presente no rosto de cada pessoa que trabalha ali o tempo todo. Lá eu me sinto criança de novo e tenho sempre a vontade de voltar um dia.

Resumindo, conhecer a Disney de Paris valeu a pena para mim. Havia uma curiosidade de conhecer e foi um dia divertido apesar da chuva que pegamos! Ainda assim fomos embora felizes de ter conhecido mas sem vontade de voltar, algo que em Orlando é impossível!

E você? Conhece alguma das duas? Ou as outras Disney pelo mundo? Deixe sua experiência aqui nos comentários para eu saber se fui só eu que tive essa impressão?

O QUE DEU ERRADO NO NOSSO MOCHILÃO

Entre o Natal e Ano Novo (e um pouquinho mais) tivemos umas férias e aproveitamos tudo para ir para o Leste Europeu. Foram 21 dias de viagem e começamos olhando passagens de avião de ida e volta, e literalmente escolhemos os lugares mais baratos que pudessem estar nas datas (inclusive ficamos uns dias a mais porque a diferença na volta era grande e valia a pena ficar mais – ninguém reclama). Pegamos a ida por Berlim e a volta de Budapeste, de Ryanair (saindo de Barcelona, onde moramos hoje).

Definimos que o começo seria Berlim, o fim seria Budapeste. O meio começou a ganhar forma olhando o mapa que fica no nosso quarto e decidindo as cidades que poderíamos fazer nesse tempo até chegar em Budapeste.

Como já conhecíamos Berlim, ficamos apenas um dia e meio na cidade. Fizemos algumas coisas que não tinha dado tempo antes e outras que queríamos repetir, como o Reichstag e o Parlamento Alemão, o Muro de Berlim e a Ilha dos Museus.

De lá pegamos um ônibus para Varsóvia, capital da Polônia, que durou uma noite inteira e nos poupou uma noite de hostel. Passamos três dias em Varósvóia e pegamos mais um ônibus para Praga, onde queríamos passar o Natal.

De Praga pegamos mais um ônibus para Viena, na Áustria, onde planejávamos passar o Ano Novo. Planejávamos porque foi quando algumas coisas deram errado e os planos mudaram – já explico.

Depois de dois dias em Viena fomos à Bratislava, capital da Eslováquia, onde passamos o Ano Novo no centro da cidade e nos surpreendeu como foi animado. Fizemos um bate e volta muito rápido até Devin, onde tem o castelo de Devin Hrad e a fronteira com a Áustria.

Por último chegamos em Budapeste. Porém nosso vôo de volta à Barcelona, onde moramos, já estava comprado e estava sobrando dias aí, teríamos 8 dias só em Budapeste e parecia muito. Resolvemos conhecer um novo país e escolhemos a Romênia. Já que a capital Bucareste seria uma viagem de dois dias, trocando muitas vezes de ônibus no caminho, optamos por Oradea, praticamente na fronteira.

QUANTOS DIAS PASSAR EM CADA UMA DESSAS CIDADES?

Senta que lá vem a história!

Já vou começar sendo bem sincera: Fizemos o nosso planejamento errado, por isso espero que esse post te ajude a se planejar melhor.

Acredito que acabamos deixando muitos dias em cada lugar e pulamos a Cracóvia, na Polônia, porque era Natal e queríamos ir para Praga. Ainda passaria o Natal em Praga e não na Cracóvia, mas tê-la deixado de fora do roteiro me deixou triste. Escolhas, né? Porém, fosse qualquer outro dia do ano não teria deixado a Cracóvia de fora. De lá você pode ir visitar as minas de sal Wieliczka e o campo de concentração de Auschwitz.

Outra coisa que deu errado – e acabou transformando a viagem – foi que quando chegamos em Viena, na manhã do dia 29 de dezembro, andamos um pouco até o horário do check in no nosso apartamento. Por volta de 11h da manhã enviamos uma mensagem para o hotel e tivemos uma resposta bem seca: sua reserva é para dia 29 de janeiro, estamos lotados. Entramos no nosso email e no boooking e realmente: colocamos a data errada na hora da reserva! Pior, já tínhamos pago tudo com antecedência e a mulher não quis fazer o cancelamento. Cancelamos pelo booking e alguns meses depois tivemos uma parte do dinheiro de volta, mas sim, perdemos um bocado de dinheiro nesse erro.

E aí estávamos em Viena, dia 29 de dezembro, tudo lotado, preços absurdos, tudo longe. Encontramos dois lugares diferentes com quartos privativos, um para dia 29 e outro para o dia 30. Teríamos que trocar porque nenhum deles tinham os dois dias disponíveis. Nosso plano era ficar mais em Viena, mas tivemos que decidir rápido com o que tínhamos disponível. Decidimos comprar novas passagens de ônibus e seguir viagem.

No fim, 2 dias em Viena foram bons para gente, não faltou nada que queríamos ter visto. Visitamos o Schloss Schönnbrunn em um dia e o Belvedere em outro e intercalamos no restante do tempo o centro da cidade e a feira de Natal no Rathaus, que estava linda. Caso queira ir à um espetáculo de orquestra, muito comuns na cidade, talvez seja bom mais um dia. Porém para gente e nosso estilo de viagem foi ótimo, teria sido demais 4 dias em Viena. Sem contar que Viena é muito caaaara!

Ficar menos em Viena fez com que a viagem andasse mais rápido e “sobrasse tempo” depois. De Viena à Bratislava têm muitos ônibus e o trajeto é menos de uma hora. E o melhor é preço! Pagamos 1,43 euro por pessoa na passagem!

Fomos para Bratislava passar o Ano Novo e a cidade estava muito animada, não estávamos esperando tanta coisa nas ruas. Tinham djs e palcos nas praças e tudo de graça, só precisava passar por uma revista e detector de metais. Foi bem melhor do que a gente imaginou! Depois do estresse, a gente ainda tava se divertindo muito – rir de nós é a melhor solução nessas horas, né?

Passamos dia 31 de dezembro e 1 de janeiro em Bratislava e na minha opinião dois dias foi tempo perfeito para se conhecer a cidade. Não ficaria nem mais e nem menos! Lugar fofo, bem histórico, preços mais em conta, bons lugares para comer.

Chegamos em Budapeste no dia 2 de janeiro e nosso vôo de volta à Barcelona era só dia 10 de janeiro! Era muito tempo para ficar em Budapeste. Tínhamos um contato de uma amiga nos esperando em Budapeste no dia 5, mas como chegamos uns dias antes ela não podia nos receber. Decidimos olhar se tinha como voltar mais cedo à Barcelona, mas as passagens estavam 8 vezes o valor que pagamos. Olhando o mapa e testando rotas, vendo o tempo de locomoção x preço da passagem, decidimos ir à Oradea, na Romênia. Conclusão: mais um país na nossa lista!

Budapeste é realmente linda, mas 4 dias que passamos na cidade eu diria que foi muito ainda assim. Dois a três dias estão de bom tamanho para conhecer tudo, mesmo para quem como nós gosta de viajar sem pressa!

Foi uma ótima decisão! No fim, um monte de erros e perrengues nos deu a oportunidade de ir à Romênia, um lugar que nunca imaginei conhecer na vida.

Fomos à Transilvânia, terra do Drácula, Oradea na Romênia. Com o frio do inverno acabamos não saindo da cidade. Mas só a comida, o apartamento gostoso (Romênia é bem mais barato que as outras cidades, compensou muito!) e os lugares tão diferentes já foi super legal.

Pegamos comemoração de Santo Reis, que eu nem imaginava ver no leste europeu. E Oradea parece uma cidade de brinquedo, toda bonitinha e colorida. Dá para ver que está sendo revitalizada nos últimos anos e algumas coisas estão em reforma. Foi muito legal conhecer esse pedacinho de mundo que tem uma língua tão estranhamente parecida com o nosso português.

Amei Oradea e fiquei com muita vontade de um dia voltar e conhecer a capital Bucareste. Há males que vem para bem, né?